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Setembro traz feriados nacionais e locais em sete estados, veja as datas de folga

Além da Independência do Brasil, capitais e estados possuem feriados locais e comemorações religiosas que garantem folgas em setembro

Por Redação Diário Local

O mês de setembro apresenta diversas datas de folga para moradores de pelo menos sete estados brasileiros, além do feriado nacional da Independência do Brasil, celebrado nesta segunda-feira (31). O calendário do mês inclui feriados municipais, estaduais e celebrações religiosas que impactam o descanso de parte da população.

Na terça-feira (8), o feriado da Independência será prolongado em quatro capitais devido a celebrações religiosas. Em Vitória (ES), a folga ocorre em razão do dia de Nossa Senhora da Vitória. Já em São Luís (MA) e Palmas (TO), o feriado é dedicado ao Dia de Nossa Senhora da Natividade.

No Paraná, a capital Curitiba também terá folga na terça-feira (8) em função do Dia de Nossa Senhora da Luz. Essas celebrações locais garantem que o descanso iniciado no dia 7 se estenda para diversas regiões do país.

Emancipação de Alagoas

Em Alagoas, a quarta-feira (16) é feriado estadual que marca os 209 anos da emancipação política do estado. A separação do território de Pernambuco ocorreu em 16 de setembro de 1817, por ordem de Dom João VI, logo após a derrota da Revolução Pernambucana.

A medida do então rei visava recompensar os proprietários de terras que apoiaram a Coroa contra os revolucionários e, simultaneamente, enfraquecer o poder político de Pernambuco. Historicamente, a sede do governo alagoano foi em Marechal Deodoro, mas a capital foi transferida para Maceió em 1839, devido à melhor localização portuária da cidade.

Revolução Farroupilha

No Rio Grande do Sul, o domingo (20) é dedicado à comemoração da Revolução Farroupilha, também conhecida como Guerra dos Farrapos. O movimento foi a rebelião civil mais longa da história do Brasil, estendendo-se entre os anos de 1835 e 1845.

O conflito teve início devido à cobrança de maiores impostos sobre o charque, o que gerava desvantagem para o produtor gaúcho em relação ao estrangeiro. Além das questões tributárias, os revoltosos buscavam maior autonomia política frente ao governo centralizado no Rio de Janeiro.

A revolta, liderada por figuras como Bento Gonçalves, chegou a proclamar a separação da província e um novo país em 1836. O conflito foi encerrado em 1845, por meio do Tratado de Ponche Verde, que integrou novamente o Sul ao Império após negociações com Dom Pedro II.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.