Incêndio destrói 14 hectares de área pública em Rio Preto e mobiliza prefeitura
Fogo começou após queima de restos de poda em área próxima à Floresta Estadual do Noroeste Paulista; prefeitura anuncia reforço em rondas.
Por Redação Diário Local
Um incêndio destruiu 14 hectares de vegetação em uma área pública de São José do Rio Preto no último sábado (22). O fogo atingiu uma região próxima à Floresta Estadual do Noroeste Paulista e causou danos ambientais e riscos à segurança viária.
As investigações sobre o caso apontam que um jardineiro teria ateado fogo em restos de poda em um local onde o descarte de resíduos é proibido. O profissional teria conseguido acessar a área devido a uma cerca que se encontrava rompida.
Além da destruição da vegetação, o incêndio gerou uma densa nuvem de fumaça que atingiu a rodovia Washington Luís. O fenômeno reduziu a visibilidade dos motoristas que trafegavam pela via, aumentando o risco de acidentes no trânsito.
O episódio ocorre em um período de estiagem, época em que a vegetação seca facilita a propagação de chamas. A queima de materiais orgânicos, como folhas e galhos, é apontada como um fator de risco para a ocorrência de incêndios descontrolados.
A Prefeitura de Rio Preto anunciou que vai reforçar as rondas de fiscalização na região durante o período de seca. O objetivo é monitorar áreas de risco e combater o descarte irregular de resíduos que possa servir de combustível para o fogo.
Para evitar novas ocorrências, o município deve atuar no mapeamento de áreas críticas e na manutenção de cercas e acessos. A intensificação da vigilância busca responder à necessidade de prevenir que novas queimas de resíduos se transformem em incêndios de grandes proporções.
Os danos causados pelo fogo vão além da perda da cobertura vegetal, afetando também a fauna local. O incêndio destrói o abrigo e o alimento de animais, podendo provocar a morte de diversas espécies silvestres que habitam a região.
A fumaça proveniente das queimadas também impacta a saúde pública ao degradar a qualidade do ar. O problema pode agravar quadros de doenças respiratórias na população local durante os meses de baixa umidade e temperaturas elevadas.
