Justiça marca júri popular de homem que planejou morte de fazendeiro por herança
Tribunal do Júri deve julgar o caso de homem acusado de ordenar o assassinato de fazendeiro para obter herança de esposa.
Por Redação Diário Local
A Justiça do Mato Grosso do Sul marcou o júri popular para julgar o caso do assassinato de um fazendeiro, crime motivado pela disputa de uma herança. O acusado, que é genro da vítima, é apontado pelas investigações como o autor intelectual que teria ordenado a execução para obter os bens de sua esposa.
O julgamento ocorre em um momento simbólico, já que o crime completará cinco anos no próximo domingo (23). O caso é acompanhado de perto pela região devido ao envolvimento de patrimônio familiar e à natureza do crime.
Segundo o que foi apurado, o crime foi planejado com o objetivo de facilitar o acesso aos bens deixados pela esposa do investigado. A motivação teria sido o interesse direto na herança da família.
O acusado é apontado como quem teria contratado os executores para realizar o ataque. A investigação busca consolidar as provas de que houve uma ordem direta para o assassinato do fazendeiro.
O processo agora segue para o tribunal do júri, onde sete jurados decidirão sobre a culpa ou inocência do réu. O procedimento é o rito padrão para crimes dolosos contra a vida.
As autoridades judiciárias organizam os detalhes para o julgamento, que busca dar um desfecho ao caso que mobiliza a justiça local há meia década. O Ministério Público deve apresentar as teses de acusação baseadas nos indícios de autoria intelectual.
O crime será julgado sob o rito do júri popular, conforme previsto no Código de Processo Penal para este tipo de ocorrência. O caso segue os trâmites legais após cinco anos de investigações e movimentações judiciais.
A expectativa é que o julgamento esclareça os detalhes da execução e a participação direta de quem ordenou o crime. O desfecho do caso é aguardado para encerrar o ciclo de apuração sobre a disputa de bens familiares.
