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Segurança

MetrôRio recebe ação de conscientização contra a violência à mulher nesta terça-feira (4)

Ação do Movimento Apitaço acontece na estação Central do Brasil nesta terça-feira (4) para orientar sobre prevenção e pedido de socorro.

Por Redação Diário Local

A estação Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, recebe nesta terça-feira (4), das 8h às 12h, uma ação de conscientização contra a violência à mulher. A iniciativa faz parte das atividades do "Agosto Lilás", mês dedicado ao combate e à prevenção de agressões contra o público feminino.

A ação é promovida pelo Movimento Apitaço, idealizado pela psicóloga e mentora Lucy Rodrigues. O objetivo principal é orientar mulheres sobre formas de prevenção e como buscar canais de ajuda, buscando fortalecer a rede de proteção às vítimas por meio da informação.

Durante a mobilização, as participantes receberão orientações sobre a importância de reconhecer situações de risco. A estratégia visa incentivar o fortalecimento da rede de proteção às potenciais vítimas através da conscientização de toda a sociedade.

Como funciona o protocolo de sinais do movimento?

O Movimento Apitaço utiliza um protocolo específico de sinais sonoros para identificar situações de perigo. De acordo com a organização, o uso de um único apito deve ser interpretado como um sinal de atenção.

Para casos que exijam ajuda imediata, o protocolo estabelece o uso de três apitos consecutivos. O sinal serve como um pedido de socorro para que as pessoas ao redor possam identificar a necessidade de intervenção rápida em situações de agressão.

A sinalização busca capacitar mulheres e a população em geral para que ajam com firmeza em momentos críticos. A ideia é que o reconhecimento desses alertas facilite o socorro em casos de violência física ou psicológica.

O movimento atua com campanhas educativas e de mobilização social focadas em mulheres e crianças. O foco das atividades é alertar sobre as diversas formas de violência e promover uma cultura de acolhimento, prevenção e proteção aos grupos vulneráveis.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.