Lula planeja ato com artistas na Fundição Progresso no Rio de Janeiro na quarta-feira (23)
Expectativa é de que nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethânia participem do evento na próxima quarta-feira (23)
Por Redação Diário Local
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve participar de um ato com cerca de 1.000 artistas na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (23). A expectativa é que o evento reúna nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethânia.
O encontro está previsto para as 19h e ocorre em meio à movimentação de campanha do petista. Antes da mobilização artística na capital fluminense, o presidente realizará uma ação voltada ao setor da saúde no Rio de Janeiro.
A agenda segue uma série de apoios recentes recebidos pelo presidente por parte de figuras do setor cultural. Entre os endossos divulgados nos últimos dias estão o da atriz Malu Mader e os dos cantores Caetano Veloso e Maria Bethânia.
No último domingo (13), Caetano Veloso declarou voto a Lula durante um show no Sesc, em Taguatinga, no Distrito Federal. Na ocasião, o artista baiano fez o gesto “L” com os dedos e manifestou apoio ao presidente.
A manifestação de Maria Bethânia ocorreu no sábado (12), durante sua apresentação no Coala Festival, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O apoio da cantora reforça a adesão de parte da classe artística ao petista no período eleitoral.
O coordenador da campanha do presidente no Rio de Janeiro, Washington Quaquá, afirmou que não foi convidado para o ato na Fundição Progresso. Quaquá, que é o prefeito de Maricá (RJ) e vice-presidente nacional do PT, comentou sobre a estratégia de mobilização.
Embora tenha feito elogios aos artistas Caetano, Chico e Bethânia, o dirigente ponderou sobre o impacto eleitoral de eventos com esse perfil. Para Quaquá, o foco da campanha deve ser a conquista de novos eleitores.
O coordenador destacou a necessidade de dialogar com segmentos que ainda não apoiam o presidente, citando como exemplo o público de gêneros como o sertanejo e o gospel. "Política é agregar o que não tem", declarou o prefeito.
