Polícia Civil do ES forma primeiro atirador de precisão para missões de alto risco
O oficial Felipe Seidel Albuquerque concluiu o curso de atirador de precisão para atuar em operações especiais da Core.
Por Davy Albuquerque
O oficial investigador Felipe Seidel Albuquerque concluiu o XXI Curso de Atirador de Precisão e tornou-se sniper da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES). A formação, realizada entre 1º de junho e 8 de julho, visa a criação de um setor especializado de atiradores de elite na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).
A implementação do novo Setor de Sniper será viabilizada pela chegada de novos fuzis de precisão à unidade. O objetivo é preparar a instituição para atuar em operações de alto risco e missões especiais.
Segundo o delegado André Costa, a capacitação técnica aprimora diretamente a capacidade operacional da Core. A especialização permite uma resposta mais eficiente em situações críticas que exijam precisão e controle de distâncias.
O treinamento de atiradores de precisão faz parte do planejamento estratégico de fortalecimento das forças de segurança estaduais. A nova estrutura deve oferecer suporte tático para ocorrências de alta complexidade no estado.
Além da formação do oficial Albuquerque, a PCES busca consolidar a unidade de snipers como um braço de apoio essencial para as equipes de campo. O setor será responsável por garantir a segurança em perímetros de risco durante incursões policiais.
A nova tecnologia de armamento, somada ao preparo técnico dos agentes, marca uma evolução no protocolo de intervenção da Polícia Civil. A medida busca reduzir danos colaterais em confrontos e aumentar a eficácia das operações especiais.
O comando da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais destaca que o investimento em treinamento e equipamentos é prioridade para a gestão da segurança pública. O novo setor passa a integrar o planejamento de pronta resposta da corporação.
Com a conclusão do curso, a implementação do Setor de Sniper deve ocorrer de forma gradual, acompanhando a chegada do novo material bélico e a integração dos agentes capacitados às rotinas operacionais da Polícia Civil.
