Polícia Civil investiga áudio sobre suposta tentativa de sequestro em Vitória
Corporação apura áudio que circula em redes sociais sobre abordagem de mulher por criança em veículo próximo à região de Santa Lúcia
Por Redação Diário Local
A Polícia Civil investiga um áudio que circula em aplicativos de mensagens com o relato de uma suposta tentativa de sequestro em Vitória. Na gravação, uma mulher afirma ter sido abordada por uma criança que tentou atraí-la para o interior de um veículo na região de Santa Lúcia.
O episódio teria ocorrido no sábado (08), conforme o relato da vítima. Segundo a mulher, ela havia levado uma criança para uma clínica de diagnósticos e precisava procurar uma vaga para estacionar o carro quando foi abordada.
De acordo com o áudio compartilhado, um veículo modelo SUV, de cor branca, parou próximo à mulher. Em seguida, uma criança de aproximadamente sete anos teria descido do automóvel e se aproximado para tentar atraí-la, dizendo: “Vem, tia! Vem, entra aqui no carro, entra”.
A vítima relatou que desconfiou da situação e tentou se afastar do local. Ela afirmou ainda que percebeu um homem dentro do veículo, o qual teria demonstrado nervosismo ao notar a reação de desconfiança da mulher.
Após a abordagem, a criança teria retornado rapidamente para o automóvel. O veículo então arrancou da calçada em alta velocidade e deixou o local. A mulher relatou no áudio que sentiu que estavam utilizando uma criança para tentar realizar o sequestro.
No relato, a mulher afirma ainda ter recebido orientações de uma pessoa que seria delegado, sobre uma suposta prática de tráfico internacional de mulheres. No entanto, a Polícia Civil informou que essa informação não foi confirmada pela corporação.
Em nota, a Polícia Civil comunicou que está realizando investigações e levantamentos para esclarecer as informações que circulam nas redes sociais. A corporação reforçou que, até o momento, não há confirmação de crimes desse tipo cometidos no Espírito Santo.
A orientação oficial das autoridades é que mensagens que circulam em redes sociais e aplicativos de mensagens sejam tratadas com cautela até que os fatos sejam oficialmente apurados pelas instâncias responsáveis.
