Policiais militares salvam recém-nascido que parou de respirar após engasgo com leite
Recém-nascido chegou à sede da 5ª Companhia Independente da Polícia Militar após parar de respirar e mudar de cor.
Por Redação Diário Local
Um bebê de 15 dias de vida foi salvo por policiais militares após engasgar com leite e parar de respirar nesta segunda-feira (28), em Campo Grande. A criança apresentava uma coloração arroxeada quando a família buscou socorro imediato na sede da 5ª Companhia Independente da Polícia Militar.
A emergência ocorreu na região da Avenida Euler de Azevedo. Ao perceberem a gravidade do quadro de asfixia, os pais correram com o recém-nascido até o quartel, que fica localizado em uma área próxima à residência da família.
Assim que os familiares entraram na unidade policial, o tenente Ivan Llano iniciou prontamente os procedimentos de emergência. O oficial aplicou a manobra de desengasgo para tentar desobstruir as vias aéreas do bebê.
A ação foi realizada com o apoio de outros agentes presentes no local. O tenente contou com o auxílio de uma aspirante e de um soldado durante a execução do procedimento de primeiros socorros.
A manobra realizada pelos militares foi bem-sucedida. Após a intervenção, as vias respiratórias da criança foram liberadas e o bebê voltou a respirar normalmente.
Enquanto a equipe policial prestava os cuidados iniciais para estabilizar a criança, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para dar continuidade ao socorro especializado.
Uma equipe de resgate do Samu se deslocou rapidamente até a sede da 5ª Companhia Independente da Polícia Militar. Ao chegar ao local, os profissionais de saúde assumiram o atendimento do recém-nascido.
O incidente mobilizou os agentes da unidade de serviço de prontidão. A rapidez na chegada da família ao quartel foi determinante para o início imediato das manobras de desengasgo.
O quadro clínico anterior à chegada ao quartel era considerado crítico devido à falta de oxigenação. A coloração arroxeada na pele do bebê indicava a urgência da situação de asfixia por engasgo.
Até o fechamento desta matéria, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde detalhado do bebê após o atendimento do Samu.
Também não há confirmação sobre a necessidade de internação hospitalar para acompanhamento ou exames complementares.
Não foram reportadas outras complicações médicas decorrentes do episódio após a estabilização respiratória da criança.
A Polícia Militar prestou o atendimento de emergência até a chegada da equipe médica especializada.
O caso reforça a importância de conhecimentos de primeiros socorros em situações de emergência doméstica com recém-nascidos.
