China concentra metade da capacidade eólica e solar do mundo em 2025
País soma 641 gigawatts em eólica e 1.202 em solar, liderando por larga margem. Brasil fica em 5º e 6º lugar nas duas modalidades.
Por Diário Local
A China lidera isoladamente a produção mundial de energia eólica e solar, concentrando cerca da metade de toda a capacidade global instalada desses dois modais em 2025. Segundo o Relatório Estatístico de Energia Mundial divulgado pelo Instituto de Energia, o país soma 641 gigawatts em capacidade eólica e 1.202 gigawatts em energia solar.
Nenhum outro país se aproxima dessa magnitude. Os Estados Unidos ocupam o segundo lugar em ambas as categorias, mas com uma distância significativa em relação à liderança chinesa.
O Brasil figura entre os principais produtores globais de energia renovável. O país ocupa o 5º lugar em capacidade de energia eólica instalada e o 6º em energia solar, representando 2,71% da produção mundial quando somados os dois modais.
O levantamento reflete a estratégia chinesa de expansão acelerada em energias renováveis nos últimos anos. A dominação do país em ambos os setores consolida sua posição como potência energética mundial.
A capacidade global de energia eólica e solar tem crescido exponencialmente como parte da transição energética internacional. A concentração da capacidade instalada em poucos países evidencia disparidades ainda significativas nos investimentos em tecnologias limpas.
Outros grandes players globais ficam bem abaixo da China em ambas as categorias. A diferença de escala entre o primeiro colocado e os demais demonstra o ritmo acelerado das políticas de descarbonização no país asiático.
O Brasil, apesar de ocupar posições mais modestas no ranking internacional, mantém relevância no contexto de energia renovável. A participação brasileira em 2,71% da capacidade mundial combinada de eólica e solar reflete o potencial ainda pouco explorado do país em ambos os setores.
Os dados indicam que a próxima década será decisiva para definir o mapa energético global. A velocidade de implantação de novas capacidades e a distribuição geográfica dos investimentos em renováveis moldarão o cenário da transição energética nos próximos anos.
