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Economia

Dólar opera em alta frente ao real nesta sexta-feira (2) com expectativa de dados de emprego nos EUA

Cotação do dólar comercial sobe com investidores aguardando o relatório de emprego (payroll) nos Estados Unidos.

Por Redação Diário Local

O dólar comercial opera com alta frente ao real nesta sexta-feira (2). A variação ocorre enquanto o mercado financeiro aguarda a divulgação do relatório de emprego (payroll) nos Estados Unidos.

Por volta das 9h07, a moeda à vista apresentava alta de 0,15%, cotada a R$ 5,228 na venda. Já o dólar futuro para novembro — o contrato mais negociado na B3 — registrava queda de 0,17%, operando aos R$ 5,251.

As expectativas para os dados econômicos norte-americanos indicam que o crescimento do emprego deve mostrar uma desaceleração no mês de setembro. Além disso, projeta-se que a taxa de desemprego nos Estados Unidos permaneça em 4,1%, pelo terceiro mês consecutivo.

O movimento do câmbio reflete a cautela dos investidores diante do cenário macroeconômico global. A leitura do payroll é considerada um dos principais indicadores para o direcionamento de investimentos e políticas de juros.

Como funciona a cotação do dólar comercial?

O dólar comercial é a referência utilizada para transações de exportação e importação, além de balizar as operações no mercado financeiro. Os valores de referência registrados nesta sexta-feira (2) indicam a compra a R$ 5,227 e a venda a R$ 5,228.

A volatilidade da moeda é influenciada por fatores internos e externos. No cenário atual, os índices futuros dos Estados Unidos apresentam avanços motivados, entre outros fatores, pela baixa nos preços do petróleo.

No mercado brasileiro, o dólar futuro é um instrumento de proteção e especulação. O contrato com vencimento para novembro é o que concentra o maior volume de negociações na bolsa de valores local.

O acompanhamento dos dados de emprego americanos é essencial para entender o ritmo da economia global. Uma desaceleração no mercado de trabalho pode alterar as expectativas sobre a trajetória das taxas de juros ao redor do mundo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.