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Moda

Chanel lidera ranking de marcas de luxo mais desejadas do segundo trimestre de 2026

Relatório do Lyst Index aponta a manutenção da grife francesa no topo das marcas mais cobiçadas pelos consumidores globais.

Por Redação Diário Local

A marca de luxo francesa Chanel manteve o posto de grife mais desejada pelos consumidores globais pelo segundo trimestre consecutivo. A informação foi divulgada no relatório do Lyst Index nesta terça-feira (5), que analisa o comportamento de compra em escala mundial a cada três meses.

Além da Chanel, o topo do ranking de marcas mais cobiçadas conta com nomes como Miu Miu, Dior, Saint Laurent e Gucci. O levantamento monitora as tendências de consumo e o engajamento das marcas no mercado de luxo internacional.

O sucesso da maison é atribuído ao trabalho de seu diretor criativo, Matthieu Blazy, anunciado para o cargo em dezembro de 2024. O designer, que já possuía uma base de fãs consolidada na Bottega Veneta, tem atraído o público com uma nova estética.

Por que a Chanel continua no topo?

As criações de Blazy têm se destacado por apresentarem detalhes lúdicos e referências a contos de fadas e histórias fantásticas. Essa abordagem rompe com o padrão de designs minimalistas que predominou no setor da moda nos últimos anos.

A estratégia de lançamentos também contribuiu para o desempenho da grife, que apresentou as coleções Coco Beach e a aguardada Métiers d’Art 2026. Outro fator de visibilidade foi a produção do vestido de noiva da cantora Dua Lipa, figura influente no cenário da moda.

Quais são os itens mais desejados do período?

No levantamento de produtos individuais, o boné do time de basquete New York Knicks liderou como o item fashion mais cobiçado do trimestre. Na sequência, figuram a estola Madame-T, da Issey Miyake, os sapatos jelly da Skims e os saltos Vittoria, da Gucci.

A lista de acessórios mais procurados também inclui as mules jelly da Chloé e as sandálias de dedo da Massimo Dutti. Os óculos Shield, da própria Chanel, ocuparam a sétima posição no ranking de peças individuais.

A preferência por esses itens revela uma tendência que mistura o universo esportivo com a estética dos anos 2000. A busca por esse estilo é impulsionada pela nostalgia da década de 2000 e pelo contexto da Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, México e Canadá.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.