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Cultura

Festival C6 no Rock celebra 40 anos de discos essenciais do rock nacional em São Paulo

Evento no Parque Ibirapuera reuniu bandas como Legião Urbana, Titãs e Paralamas do Sucesso para celebrar clássicos do rock brasileiro

Por Redação Diário Local

O festival C6 no Rock celebrou, neste domingo (23), o legado de obras fundamentais do rock brasileiro lançadas em 1986. O evento, realizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, reuniu bandas e artistas para recriar álbuns que completam 40 anos de história.

A programação de dois dias destacou discos como "Selvagem?", dos Paralamas do Sucesso, "Cabeça dinossauro", dos Titãs, "Rádio pirata ao vivo", do RPM, "Vivendo e não aprendendo", do Ira!, "Dois", da Legião Urbana, e "O concreto já rachou", de Plebe Rude. Também foram celebrados os álbuns "Fullgás", de Marina Lima, e "As aventuras da Blitz", da banda Blitz.

O que aconteceu no show de Marina Lima?

A abertura da noite de domingo (23) ficou por conta de Marina Lima, que apresentou um show com arranjos originais e projeções no Auditório Ibirapuera. A cantora contou com convidados especiais, como o músico Lobão, que tocou bateria em "Me chama", e o baixista Liminha.

Marina encerrou sua apresentação com a canção "Uma noite e meia", acompanhada pela cantora Laura Diaz, da banda Teto Preto.

A reunião da Legião Urbana e surpresas no palco

Outro ponto de destaque no domingo (23) foi a apresentação dos membros remanescentes da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. A dupla interpretou clássicos do álbum "Dois", como "Eduardo e Mônica" e "Tempo perdido".

Ao final do show, o vocalista André Frateschi subiu ao palco para uma homenagem a Renato Russo, citando a presença de Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Giuliano Manfredini como representantes da trajetória da banda.

Destaques e retrospectiva do festival

O festival também contou com a banda Blitz, que apresentou o álbum "As aventuras da Blitz", e o grupo Ira!, que executou o disco "Vivendo e não aprendendo". A banda Plebe Rude e o cantor Paulo Ricardo também integraram a programação do evento.

O RPM apresentou o repertório de seu álbum ao vivo, atraindo um público de cerca de 20 mil pessoas. O encerramento do festival foi dedicado à memória de Rita Lee, com um tributo comandado pelo guitarrista Beto Lee, que reuniu diversos músicos parceiros da artista.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.