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Comportamento

Homem relembra recorde de quase 10 horas em competição de resistência sexual

Masanobu Sato detalhou a experiência de participar de um evento de resistência em 2009 e os impactos físicos do ato.

Por Redação Diário Local

Masanobu Sato relembrou sua participação no US Masturbate-a-thon, em 2009, competição na qual registrou o tempo de 9 horas e 58 minutos de atividade ininterrupta. O homem afirmou que o principal objetivo de participar do evento era desafiar a vergonha e o tabu que cercam a prática da masturbação.

Em entrevista ao site de conteúdo adulto Erobella, Sato detalhou que o desempenho obtido em 2009 superou seu próprio recorde pessoal, estabelecido em 2008. Na ocasião anterior, ele havia competido por nove horas e 33 minutos, o que o levou a vencer a categoria de resistência por dois anos consecutivos.

A atividade relatada é caracterizada pelo termo "gooning", uma forma de masturbação prolongada que se baseia no "edging". O método consiste em chegar próximo ao clímax e recuar propositalmente, buscando atingir um estado de prazer semelhante ao de um transe.

Para o participante, a motivação para o esforço foi ideológica. Ele afirmou acreditar que a prática não deve ser motivo de constrangimento para as pessoas e que o evento, embora inusitado, foi uma forma de defender esse ponto de vista.

Impactos físicos da resistência

A prática de longa duração gerou consequências físicas severas para Sato. O homem relatou que a região genital sofreu grande pressão, descrevendo que a superfície do pênis apresentava uma aparência escura e desgastada após o esforço.

Ele comparou a sensação de desconforto estético e físico ao estado de um "soldado ferido". Além das marcas na pele, Sato relatou que a atividade causou um estado de exaustão completa, afetando tanto o corpo quanto a mente.

O esgotamento físico foi acompanhado pela perda de capacidade de concentração. Segundo o relato, a energia necessária para sustentar o estímulo por quase dez horas drenou seus recursos vitais durante a competição.

Sato alertou sobre os riscos de manter o mesmo tipo de estímulo por períodos excessivamente longos. Ele destacou que o esforço contínuo pode causar estresse nos nervos, nos músculos e na própria pele da região afetada.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.