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Musical sobre Dalva de Oliveira estreia no Rio de Janeiro com interpretação de Soraya Ravenle

Peça 'Minha estrela Dalva', escrita por Renato Borghi, tem estreia nesta sexta-feira (31) no Teatro Claro Mais.

Por Redação Diário Local

O musical 'Minha estrela Dalva' estreia nesta sexta-feira (31) no Teatro Claro Mais, no Rio de Janeiro. A peça, escrita por Renato Borghi, propõe um encontro ficcional entre o autor — em suas versões jovem e atual — e a cantora Dalva de Oliveira, interpretada no palco pela atriz Soraya Ravenle.

A montagem busca explorar a relação pessoal de Borghi com a 'Rainha do Rádio', a quem o ator conheceu nos últimos anos de vida da artista. No enredo, o autor imagina a realização de um projeto que não pôde ser concretizado enquanto Dalva estava viva: um musical protagonizado por ela com canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill.

Segundo Borghi, o espetáculo é mais íntimo do que sua obra anterior, 'A estrela Dalva', escrita há quase 40 anos. O autor explica que a narrativa simula sua entrada no camarim da cantora para um diálogo que percorre a vida de ambos.

A interpretação de Soraya Ravenle é central para a proposta da peça. A atriz, que iniciou a carreira no teatro musical em 1987, afirmou que busca traduzir a intensidade da personalidade de Dalva, descrevendo o trabalho como uma mistura de almas entre a cantora e a artista em cena.

A direção do espetáculo é assinada por Elcio Nogueira Seixas e Elias Andreato. A obra tem classificação indicativa de 14 anos.

As apresentações ocorrem no bairro de Copacabana, no Teatro Claro Mais, entre os dias 31 de julho (sexta-feira) e 27 de setembro. O público pode acompanhar o musical às quintas-feiras e sábados, às 20h, e às sextas-feiras e domingos, às 17h.

Os ingressos para o espetáculo possuem valores que variam entre R$ 100, para compras diretamente no balcão, e R$ 180, para os assentos na plateia VIP.

Recortes da história de Borghi com a cantora também aparecem na peça. O ator relatou que o projeto musical com Brecht e Weill foi interrompido devido ao rápido falecimento de Dalva de Oliveira, momento em que ele não tinha conhecimento do estado de saúde da artista.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.