Polícia da Coreia do Sul retira acusação contra o ator Kim Soo-hyun em caso de Kim Sae-ron
A polícia de Seul alegou falta de provas e encerrou investigação sobre suposto namoro com a atriz Kim Sae-ron quando ela era menor de idade.
Por Redação Diário Local
A delegacia de polícia de Seongdong, em Seul, decidiu retirar a acusação de violação da Lei de Bem-Estar Infantil contra o ator Kim Soo-hyun. A decisão ocorre após a investigação concluir que não há provas suficientes para sustentar a queixa-crime envolvendo o artista.
O caso tratava de uma denúncia sobre um suposto relacionamento mantido entre o ator e a atriz Kim Sae-ron enquanto ela ainda era menor de idade. Com o arquivamento da acusação pela polícia, o processo não será encaminhado ao Ministério Público.
A investigação foi motivada por uma denúncia apresentada pela família da falecida atriz em maio de 2025. O questionamento central das autoridades era verificar se o envolvimento entre os dois ocorreu durante o período de menoridade de Kim Sae-ron.
Kim Sae-ron foi encontrada morta em sua residência, em Seul, no mês de fevereiro de 2025. O desdobramento do caso envolvendo o ator acontece após os procedimentos de apuração sobre as circunstâncias do relacionamento serem concluídos.
O ator Kim Soo-hyun ganhou projeção internacional por seu trabalho em produções como "Rainha das Lágrimas". Até o encerramento das investigações policiais, ele figurava como alvo da suspeita levantada pelos familiares da atriz.
A autoridade policial de Seongdong afirmou que o encerramento do caso ocorre especificamente pela falta de elementos probatórios. Dessa forma, a investigação foi finalizada sem o indiciamento de Kim Soo-hyun.
O caso ganhou repercussão após a morte de Kim Sae-ron, ocorrida no início de 2025. A denúncia de violação de leis de proteção à criança e ao adolescente foi o ponto central do inquérito conduzido pelas autoridades locais.
A decisão de retirar a queixa impede que o caso prossiga para a esfera ministerial. A polícia encerrou as atividades sobre o tema após confirmar a inexistência de provas que pudessem sustentar a acusação de crime contra o bem-estar infantil.
