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Arena Fonte Nova terá novo nome após fechamento de acordo com empresa de energia

Estádio de Salvador passa a se chamar Arena Acelen Fonte Nova e substitui patrocinadora do setor de apostas

Por Redação Diário Local

A Arena Fonte Nova, em Salvador, passará a se chamar Arena Acelen Fonte Nova. O estádio fechou um novo acordo de naming rights com a empresa do setor energético Acelen, que assume o direito de associação de marca ao equipamento esportivo.

A nova parceria comercial preenche o espaço deixado pela Casa de Apostas, antiga detentora dos direitos de nome do estádio. O contrato anterior foi interrompido após o governo federal aplicar restrições ao setor de apostas em setembro.

O contrato anterior, firmado em 2023, previa um investimento de cerca de R$ 52 milhões ao longo de quatro anos. Embora os valores e o prazo do novo acordo com a Acelen ainda não tenham sido divulgados, a mudança marca a terceira cessão de nome da Arena Fonte Nova desde sua reinauguração, em 2013.

Antes da Casa de Apostas, o estádio utilizou a marca Itaipava em uma parceria que durou dez anos. Os naming rights funcionam como uma fonte de receita para arenas esportivas, permitindo que empresas associem suas marcas a espaços de grande visibilidade.

Como será a nova identidade visual?

A nova marca foi desenvolvida para preservar características tradicionais da Arena Fonte Nova, como o uso de seus arcos e da tipografia original. A proposta é integrar o nome da patrocinadora sem descaracterizar os elementos visuais conhecidos do local.

Para a Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, na Bahia, o acordo representa uma oportunidade de ampliar a presença institucional na região. O objetivo é fortalecer a conexão com o público por meio do esporte e do entretenimento.

O que muda na gestão do estádio?

A mudança no nome comercial não altera a administração da Arena Fonte Nova. O estádio segue sendo operado por uma concessionária no âmbito de uma parceria público-privada, cujo contrato tem validade prevista até março de 2028.

O Bahia, por intermédio do Grupo City, já manifestou interesse em participar de uma futura disputa pela concessão e gestão do equipamento esportivo. No entanto, essa possibilidade de gestão é independente do atual contrato de naming rights firmado com a Acelen.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.