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Brasil conquista ouro inédito e se torna campeão mundial de ginástica rítmica em Frankfurt

Seleção brasileira de conjunto vence China e Bulgária na final de 5 bolas e garante título inédito na modalidade

Por Redação Diário Local

A seleção brasileira de ginástica rítmica conquistou a inédita medalha de ouro na final de 5 bolas do Campeonato Mundial, realizado em Frankfurt, na Alemanha, neste domingo (16). Pela primeira vez na história, o Brasil é campeão mundial em uma prova de conjunto da modalidade.

O conjunto brasileiro, comandado pela treinadora Camila Ferezin, registrou a nota 29.450 para garantir o topo do pódio. O desempenho superou as equipes da China, que ficou com a prata com 28.900 pontos, e da Bulgária, que conquistou o bronze com 28.400 pontos.

A conquista histórica em Frankfurt acontece logo após um resultado positivo obtido no sábado (15), quando o Brasil subiu ao pódio com a medalha de bronze na prova de conjunto geral. Com a classificação alcançada no Mundial, as atletas também garantiram antecipadamente a vaga para os Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028.

O grupo que compõe a seleção brasileira é formado pelas atletas Maria Eduarda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha, Mariane Gonçalves e Julia Kurunczi.

A trajetória da equipe até o título mundial é marcada por um salto de desempenho no cenário internacional. No período em que a treinadora Camila Ferezin assumiu o comando do conjunto, o Brasil ocupava a 26ª posição no ranking mundial da ginástica rítmica.

Em declaração sobre o resultado, Ferezin afirmou que o momento é a realização de um sonho construído diariamente ao longo de muitos anos. A técnica destacou o tamanho do caminho percorrido pela equipe desde o período em que o país ocupava a 26ª posição até chegar ao topo do mundo.

A competição também contou com a participação da ginasta capixaba Geovanna Santos. No entanto, a atleta encerrou sua participação no Mundial sem conseguir vaga nas finais por aparelhos.

A performance da seleção brasileira em Frankfurt consolida a importância do país na modalidade, após o Brasil ter sido vice-campeão mundial em 2025.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.