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Corinthians reduz gols sofridos em bolas paradas em 2026 e apresenta melhora na defesa

Equipe diminuiu de 18 para seis gols sofridos em escanteios e pênaltis no primeiro semestre de 2026

Por Diário Local

O Corinthians reduziu significativamente o número de gols sofridos em bolas paradas no primeiro semestre de 2026. Após registrar 18 gols concedidos em escanteios e pênaltis durante todo o ano de 2025, a equipe passou a sofrer apenas seis gols nesse tipo de jogada no período atual.

A melhora no desempenho defensivo é resultado da evolução na marcação de escanteios e da redução de faltas cometidas dentro da área. O clube também se beneficia da manutenção de uma mesma linha defensiva ao longo do ano e dos ajustes técnicos implementados pelas comissões de Dorival Júnior e Fernando Diniz.

No combate às jogadas aéreas, o sistema defensivo tem como pilares os jogadores Gustavo Henrique, Gabriel Paulista e Raniele. O grupo atua para garantir o melhor posicionamento coletivo, o que tem evitado infrações perigosas no setor defensivo.

Em relação aos pênaltis cometidos em 2026, o Corinthians registrou seis ocorrências. O aproveitamento dos adversários foi parcial: três cobranças terminaram em gol, duas foram defendidas pelo goleiro Hugo Souza e uma foi desperdiçada.

As defesas de Hugo Souza aconteceram nos confrontos contra o Red Bull Bragantino, em cobrança de Isidro Pitta, e contra a Portuguesa, em cobrança de Renê. Já nos jogos contra Bahia, Mirassol e Platense, as penalidades resultaram em gols para os oponentes.

No que diz respeito aos escanteios, o Corinthians foi vazado três vezes no semestre. Os gols sofridos ocorreram nas partidas contra Coritiba, São Paulo e Peñarol, sendo que todos os lances foram convertidos pelo lado esquerdo da área.

A equipe também sofreu apenas uma vez em cobranças diretas de falta durante o primeiro semestre. O gol foi marcado por Gabigol, em uma partida disputada contra o Santos.

A evolução nos números reflete o trabalho de ajuste nas comissões técnicas para diminuir a vulnerabilidade do time em situações de bola parada, um problema que era recorrente na temporada anterior.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.