Corinthians e São Paulo têm folhas de R$ 2 milhões para final do Brasileirão Feminino
Ambos os clubes apresentam despesas salariais estimadas em R$ 2 milhões por mês para sustentar elencos competitivos na decisão.
Por Redação Diário Local
Corinthians e São Paulo chegam à final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino de 2026 com folhas salariais estimadas em R$ 2 milhões mensais cada. O investimento elevado coloca os dois clubes em um patamar superior à maioria das equipes que disputam a modalidade no país.
Os valores refletem o esforço das instituições para manter elencos competitivos, mesmo diante de desafios financeiros enfrentados pelas estruturas gerais dos clubes. O aporte financeiro tem garantido que as equipes disputem regularmente as principais competições nacionais.
Como é a folha do Corinthians?
No Corinthians, o montante mensal estimado em R$ 2 milhões engloba também os custos da comissão técnica, comandada por Emily Lima. O valor é resultado de um crescimento gradual nos investimentos realizados pelo clube nos últimos anos.
Essa valorização atinge principalmente as atletas com passagem pela Seleção Brasileira. No elenco do Timão, a jogadora Tamires aparece com o maior vencimento individual, com ganhos estimados em R$ 40 mil por mês.
Como é a folha do São Paulo?
O São Paulo apresenta uma despesa salarial semelhante à do adversário, também com estimativa de R$ 2 milhões mensais. A principal diferença entre as equipes está na forma como os recursos são distribuídos no topo do elenco.
O clube paulista concentra valores mais altos em atletas específicas. As jogadoras Giovanna Crivellari e Camilinha lideram a folha do Tricolor, com vencimentos estimados em R$ 50 mil mensais cada — montante superior ao teto individual do Corinthians.
O cenário mostra que, embora os dois finalistas possuam orçamentos similares, o São Paulo concentra salários mais elevados em nomes pontuais, enquanto o Corinthians mantém uma folha mais distribuída entre suas principais atletas.
A presença de ambos na decisão evidencia o peso do investimento no futebol feminino nacional. A tendência apontada é de que o aporte de recursos continue em crescimento para o próximo ciclo, em 2027.
