Inter apresenta projeto de nova estátua de Fernandão para análise da família do ex-atacante
Direção do clube busca aprovação dos familiares para projeto de escultura; estátua atual de 2014 poderá ser transferida
Por Redação Diário Local
A direção do Internacional apresentou um projeto para a criação de uma nova escultura dedicada ao ex-atacante Fernandão. A proposta de nova homenagem ao ídolo está atualmente sob análise da família do ex-jogador para avaliação.
Caso a família dê o aval positivo, o clube iniciará a avaliação dos próximos passos para a execução da obra. A gestão colorada ressaltou que o tema está sendo tratado com zelo e que a nova escultura não exclui a homenagem já existente.
A estátua atual, inaugurada em dezembro de 2014, poderá ser transferida para outro ponto do complexo Beira-Rio ou para o museu do clube. O museu é uma das alternativas para acomodar o monumento, já que o espaço abriga itens como camisas, chuteiras, fotos e um mural de mensagens dos torcedores.
A movimentação para uma nova representação ocorre devido a críticas de parte da torcida sobre o modelo atual. O monumento, localizado em frente à loja do clube, recebe questionamentos frequentes por não retratar fielmente as características do ídolo.
O debate sobre a viabilidade de um novo monumento ganhou força no início de 2024, após discussões nas redes sociais. Na ocasião, um movimento de sócios procurou a diretoria para discutir a realização do projeto.
A homenagem atual foi entregue oito anos após o título mundial e seis meses após o acidente que vitimou o jogador. A escultura de bronze, que tem 2,5 metros de altura da base até a taça, pesa 241 kg e possui estrutura interna de ferro.
O monumento atual é composto por mais de 360 kg de argila, além de materiais como cera, borracha, vaselina e resina. Mesmo com as críticas, o local permanece como um dos principais pontos de visitação do estádio e cenário para fotos de torcedores.
Detalhes da estátua atual
A escultura inaugurada em 2014 representa o capitão erguendo a taça conquistada em 2006. A peça é um elemento central do cotidiano do Beira-Rio, servindo como ponto de encontro para os colorados que visitam o estádio.
