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Lídia Cruz quebra recorde das Américas e Brasil conquista quatro medalhas no Parapan-Pacífico

Nesta sexta-feira (28), o Brasil iniciou a competição nos Estados Unidos com dois ouros e duas pratas, incluindo marca inédita de Lídia Cruz.

Por Redação Diário Local

O Brasil iniciou a disputa no Parapan-Pacífico, realizado nos Estados Unidos, com quatro medalhas — dois ouros e duas pratas — e um recorde das Américas nesta sexta-feira (28). A fluminense Lídia Cruz conquistou o ouro nos 150m medley S4 ao registrar o tempo de 2min56s31, estabelecendo uma marca inédita para o continente.

Com o resultado, a nadadora superou sua própria marca anterior de 2min57s16, obtida durante as Paralimpíadas de Paris 2024. Lídia destacou que o desempenho positivo foi fruto de preparação para lidar com variáveis como a temperatura da água e do ambiente.

O Brasil ainda garantiu uma dobradinha no pódio da prova de 150m medley S4. A mineira Patrícia Pereira conquistou a medalha de prata ao completar a distância em 2min57s33, enquanto a americana Leanne Smith ficou com o bronze em 3min18s65.

Gabriel Bandeira vence nos 200m livre

Outro ouro para a delegação brasileira foi conquistado pelo paulista Gabriel Bandeira na prova dos 200m livre (classes S2-S5 e S14). Ele finalizou o percurso em 1min53s21, alcançando seu melhor tempo desde que precisou ser afastado por três meses devido a uma lesão no ombro.

Na disputa de Bandeira, o canadense Nick Bennet levou a prata, seguido pelos australianos Jack Ireland e Declan Budd, que dividiram o bronze. O nadador celebrou o retorno ao alto nível após o período de recuperação ocorrido após o Mundial.

Prata de Samuel Oliveira no dia do aniversário

O nadador Samuel Oliveira também subiu ao pódio ao conquistar a medalidade de prata nos 50m borboleta (classes S5-S7). Ele registrou o tempo de 33s68, celebrando a conquista exatamente no dia de seu aniversário.

A prova de 50m borboleta foi vencida pelo japonês Eigo Tanaka, que anotou 33s02, tendo o canadense Sebastien Massabie como terceiro colocado. Para Oliveira, a medalha reforça o prazer de competir em datas especiais, como ocorreu anteriormente em Paris.

O desempenho dos atletas marca o início de uma campanha promissora para o Brasil na competição internacional. As conquistas combinam recordes continentais e superação de lesões recentes na equipe brasileira.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.