Tumulto após classificação do Santos na Copa do Brasil pode levar Neymar a julgamento
Apesar de o árbitro Anderson Daronco não ter relatado a confusão na súmula, o caso pode ser analisado pelo STJD.
Por Redação Diário Local
O atacante Neymar pode ser alvo de julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após um tumulto envolvendo o Santos logo após a classificação do clube na Copa do Brasil. O episódio ocorreu no encerramento da partida contra o Remo, quando o time santista garantiu a vaga na próxima fase da competição.
Apesar de o incidente ter sido registrado após o apito final, a situação ainda pode gerar punições para o jogador. O caso ganha repercussão por poder ser analisado pela entidade desportiva, mesmo sem o registro imediato da ocorrência no campo.
O árbitro da partida, Anderson Daronco, não relatou o tumulto na súmula oficial do jogo. No entanto, a ausência do registro no documento da arbitragem não impede que o STJD tome conhecimento do ocorrido e decida sobre a necessidade de uma investigação ou julgamento.
O episódio aconteceu no momento em que o Santos celebrava a vitória sobre o Remo. O clima de confusão surgiu logo após o término do confronto, mas as circunstâncias exatas do tumulto ainda demandam análise das autoridades esportivas.
Caso o tribunal decida abrir um processo, Neymar poderá responder pelo comportamento durante ou após a partida. O desdobramento depende de como os órgãos de controle do futebol interpretarão os fatos ocorridos na Vila Belmiro.
Até o momento, o impacto da confusão para o jogador e para o Santos segue incerto, dependendo das movimentações dentro do STJD. A classificação do clube santista para a próxima etapa da Copa do Brasil, contudo, permanece confirmada.
A repercussão do caso levanta discussões sobre o cumprimento das normas disciplinares em momentos de celebração. O tribunal tem o poder de agir mesmo quando a arbitragem não descreve o evento detalhadamente no relatório de jogo.
O Santos e o entorno do jogador aguardam definições sobre possíveis sanções ou arquivamento do caso. O processo deve seguir o rito padrão das instâncias desportivas após a análise das evidências do ocorrido na quarta-feira (05).
