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Justiça condena Ponte Preta em processo movido por ex-meia Dodô

Decisão de primeira instância determina pagamento provisório de R$ 130 mil por verbas trabalhistas de 2024

Por Redação Diário Local

A Justiça condenou a Ponte Preta a pagar verbas trabalhistas ao meia-atacante Dodô, que atuou pelo clube em 2024. O valor provisório da condenação é de R$ 130 mil, montante que pode aumentar durante a fase de liquidação da sentença.

A decisão de primeira instância foi proferida pelo juiz Thiago Oliva Lamboia, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15), no fim de julho (2026). A sentença ainda cabe recurso pelas partes envolvidas.

Dodô, que atualmente defende o Jeonbuk Hyundai Motors, da Coreia do Sul, entrou com a ação judicial no início de 2026. O atleta, defendido pelo advogado João Henrique Chiminazzo, buscava inicialmente o recebimento de R$ 269.910,66.

No processo, o magistrado reconheceu parcialmente os pedidos feitos pelo jogador. A condenação inclui o pagamento do saldo de salário de dezembro de 2024, o 13º salário do mesmo ano e as férias integrais (12/12 avos) com o terço constitucional.

A decisão também determina que o clube campineiro arque com diferenças do FGTS, multas rescisórias e honorários advocatícios. O processo foi motivado pela falta de pagamento de direitos referentes ao período de permanência do atleta no Majestoso.

Durante a temporada de 2024, o meia-atacante participou de 41 partidas pela Ponte Preta. No período, ele marcou oito gols e realizou duas assistências.

Dodô integrou o elenco da equipe durante o campeonato que resultou no rebaixamento do clube para a Série B do Campeonato Brasileiro. O jogador conseguiu rescindir seu contrato anterior com o Náutico por via judicial antes de seguir para a liga sul-coreana.

Questionada sobre o caso, a assessoria de imprensa da Ponte Preta informou que o clube não apresentará um posicionamento sobre a ação judicial no momento.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.