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Roma se torna primeiro clube do mundo a utilizar todos os números de camisa de 1 a 99

Contratação do atacante Rodrigo Mora, que usará a camisa 86, completa a sequência histórica de numeração no clube italiano.

Por Redação Diário Local

A Roma tornou-se o primeiro clube do mundo a utilizar todos os números de camisa de 1 a 99 ao menos uma vez em sua história. O marco ocorreu com a contratação do atacante Rodrigo Mora, ex-Porto, que vestirá a camisa 86 na equipe italiana.

A escolha do número pelo jogador completa a sequência de todos os dígitos de até dois algarismos já utilizados pelo clube ao longo de sua trajetória. Com a chegada de Mora, a equipe italiana encerra o ciclo de numerações que abrange desde os dígitos clássicos até os mais incomuns.

De acordo com informações do site especializado em uniformes FootyHeadlines, o clube é pioneiro nesse registro de numeração. A utilização completa da escala de 1 a 99 coloca o time em uma posição única entre as equipes de futebol mundial.

Por que o campeonato italiano permite números altos?

O futebol italiano é conhecido por possuir regras de numeração de camisas mais flexíveis em comparação com outras ligas. Diferente de competições com regulamentos rígidos, como a La Liga, na Espanha, a Serie A permite que os atletas escolham livremente dígitos altos e não convencionais.

Essa liberdade regulamentar permitiu que, ao longo das décadas, o clube combinasse ídolos que usaram números atemporais com jogadores que adotaram algarismos marcantes. A tradição da equipe mistura o uso de números clássicos com escolhas que fogem do padrão tradicional do futebol.

Entre os exemplos de numerações altas utilizadas pelo clube estão o número 92 de Stephan El Shaarawy, o 90 de Romelu Lukaku e o 99 do goleiro Mile Svilar. Essas escolhas reforçam a característica de diversidade numérica presente no elenco da Roma.

A história do clube também é pautada por números que se tornaram símbolos para a torcida. São casos como o número 10, utilizado por Francesco Totti, e o 16, usado por Daniele De Rossi, que dividem espaço na memória esportiva com as numerações menos convencionais.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.