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Jundiapeba e Jardim Real conhecem adversários na fase de grupos da Taça das Favelas SP 2026

Representantes do Alto Tietê disputam a Série A da competição organizada pela CUFA com jogos iniciando em julho.

Por Davy Albuquerque

Os representantes da região do Alto Tietê já conhecem seus adversários na primeira fase da Série A da Taça das Favelas São Paulo 2026. O sorteio, realizado no dia 3 de julho, definiu os grupos do Complexo Jundiapeba, de Mogi das Cruzes, e do Complexo Jardim Real, de Arujá.

As duas equipes disputam o torneio pelo terceiro ano consecutivo. A competição, organizada pela Central Única das Favelas (CUFA), é considerada o maior campeonato entre comunidades do mundo e conta com 90 favelas participantes nesta edição.

No masculino, categoria em que competem os times do Alto Tietê, o torneio reúne 66 equipes distribuídas em 22 grupos de três times. Os atletas participantes têm entre 14 e 17 anos.

Como ficaram os grupos?

O Complexo Jundiapeba foi alocado no Grupo R. Para avançar na competição, a equipe de Mogi das Cruzes deverá enfrentar a Favela Casarão e o Complexo Laranjeiras.

Na edição de 2025, o time de Jundiapeba registrou sua melhor campanha histórica. A equipe liderou sua chave na primeira fase e conseguiu chegar até as oitavas de final do torneio.

Já o Complexo Jardim Real, de Arujá, disputará as partidas do Grupo G. Os adversários da equipe serão o Complexo Cohab 1 e a Favela Jardim Nove de Julho.

O histórico de Arujá na competição também é de protagonismo na fase inicial. Em 2025, o Jardim Real liderou seu grupo na etapa classificatória, mas encerrou sua participação nos 16 avos de final.

Quando começam os jogos?

A rodada de abertura da Taça das Favelas está marcada para o dia 25 de julho. Os confrontos iniciais serão realizados no CEE Brigadeiro Eduardo Gomes, localizado no Tatuapé, zona leste de São Paulo.

Ao final da etapa de grupos, os primeiros colocados de cada chave garantem classificação para o mata-mata. É nesta fase seguinte que entram na disputa os campeões municipais de comunidades da região metropolitana, do interior e do litoral paulista.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.