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Ex-jogador Vincenzo Iaquinta nega vínculos com máfia e diz que tentará provar inocência do pai

Campeão da Copa do Mundo de 2006 lamenta investigações e afirma que família não tem relação com a organização criminosa.

Por Redação Diário Local

O ex-jogador de futebol Vincenzo Iaquinta, campeão da Copa do Mundo de 2006 pela Itália, negou qualquer envolvimento com a organização criminosa 'Ndrangheta. Em entrevista concedida à imprensa italiana, o ex-atleta de 46 anos lamentou as investigações que associam seu nome e o de sua família ao grupo mafioso.

Iaquinta afirmou que as acusações são injustas e que pretende lutar para provar sua inocência e a de seu pai, Giuseppe Iaquinta. O pai do ex-jogador está preso desde 2018, após ser acusado de ter um papel central na organização criminosa durante a Operação Aemilia.

O ex-atleta relatou que o processo tem sido um "pesadelo aparentemente sem fim" há dez anos. Segundo Vincenzo, o fato de ter jogado no mais alto nível por 15 anos, marcado um hat-trick na Liga dos Campeões e conquistado o título mundial não impediu que seu nome fosse vinculado à máfia.

Durante a declaração, o ex-jogador afirmou que a organização 'Ndrangheta é repugnante para sua família. Ele declarou que sua prioridade atual é buscar a justiça e demonstrar que não possuem qualquer vínculo com o crime organizado, classificando o episódio como uma mancha em seu histórico.

Vincenzo detalhou ainda a questão de uma condenação que teve a pena suspensa, referente ao suposto auxílio à organização com duas pistolas e 126 munições. As armas e as balas foram encontradas na casa do pai do ex-atleta.

O ex-jogador explicou que o armamento estava devidamente registrado e guardado. Ele afirmou que o problema ocorreu porque seu pai pegou os itens sem informá-lo, o que levou à acusação de que ele teria auxiliado os clãs com o material.

Iaquinta classificou o episódio como uma ingenuidade e não um ato criminoso. Ele destacou que as investigações baseadas no Artigo 7 têm arruinado sua vida e que as circunstâncias do caso foram injustas.

O ex-jogador encerrou reforçando que pretende lutar para provar a inocência de seu pai em liberdade, apesar das dificuldades enfrentadas no sistema prisional. Ele reiterou que a família não tem relação com as atividades da máfia italiana.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.