Federação Senegalesa de Futebol confirma saída de técnico Pape Thiaw após Copa do Mundo
A Federação Senegalesa de Futebol anunciou o desligamento de Pape Thiaw após a eliminação da equipe na Copa do Mundo.
Por Diário Local
A Federação Senegalesa de Futebol confirmou, oficialmente, neste sábado, a saída do técnico Pape Thiaw do comando da seleção de Senegal. O desligamento ocorre após a eliminação da equipe na segunda fase da Copa do Mundo, em derrota para a Bélgica.
Senegal foi derrotado por 3 a 2 em uma partida decidida com um gol de pênalti durante a prorrogação. A equipe africana chegou a estar vencendo por 2 a 0 até os 40 minutos do segundo tempo, mas sofreu a virada e foi eliminada da competição.
A campanha da seleção senegalesa foi considerada abaixo do esperado pelos dirigentes do país. O desempenho técnico no torneio motivou a decisão pela substituição do treinador, apesar do histórico recente de Thiaw.
Sob o comando de Pape Thiaw, a seleção de Senegal havia alcançado a final da Copa das Nações Africanas de 2026, disputada contra Marrocos. O treinador também garantiu a classificação do país para a atual Copa do Mundo.
Na fase de grupos da competição mundial, Senegal avançou para a segunda etapa como um dos melhores terceiros colocados. O retrospecto da equipe incluiu derrotas para França e Noruega, além de uma vitória por goleada sobre o Iraque na última rodada.
Com a saída de Thiaw, o número de treinadores que deixaram seus cargos após a participação na Copa do Mundo chega a 15. O ciclo de desligamentos atinge diversas seleções que disputaram o torneio.
Entre os comandantes que deixaram suas funções após o mundial estão Sabri Lamouchi (Tunísia), Hong Myung-Bo (Coreia do Sul), Miroslav Koubek (República Tcheca) e Steve Clarke (Escócia). Também saíram Marcelo Bielsa (Uruguai), Ronald Koeman (Holanda) e Sebastián Beccacece (Equador).
A lista de demissões inclui ainda Julian Nagelsmann (Alemanha), Hervé Renard (Tunísia), Roberto Martínez (Portugal), Zlatko Dalić (Croácia), Carlos Queiroz (Gana), Javier Aguirre (México) e Jamal Sellami (Jordânia).
