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Estados Unidos

Trump afirma que Estados Unidos estão aumentando estoque de armas e mísseis rapidamente

O presidente Donald Trump afirmou que o país está fabricando mísseis Patriot e outros armamentos em ritmo acelerado para ampliar arsenal.

Por Redação Diário Local

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste domingo (13), que o país está aumentando o estoque de armamentos de forma acelerada. Segundo o presidente, o governo está expandindo a produção de equipamentos de elite para compensar o envio de materiais para a Ucrânia e garantir a prontidão das forças armadas.

As declarações foram feitas por Trump a repórteres a bordo do avião presidencial, Air Force One. Ele destacou que o país possui um inventário robusto e que parte desses recursos, especificamente mísseis de elite, foi direcionada para o apoio ao conflito na Ucrânia.

O presidente ressaltou que a fabricação de munições e mísseis está ocorrendo em um ritmo sem precedentes. "Neste momento, estamos fabricando mais mísseis Patriot do que jamais fabricamos", declarou Trump durante a conversa com a imprensa.

Trump detalhou que o esforço industrial para suprir o estoque não se limita apenas ao aumento de carga horária nas unidades produtivas atuais. De acordo com ele, novas fábricas estão sendo construídas especificamente para a produção de sistemas de defesa aérea e ataque.

Entre os equipamentos mencionados como alvo de novas instalações industriais estão os mísseis Patriot, os sistemas Tomahawk e outros armamentos estratégicos. O presidente afirmou que essas fábricas estão sendo criadas de forma dedicada para cada um desses modelos.

A fala do presidente ocorre após ele utilizar sua rede social, Truth Social, no início deste mês para contestar relatos de escassez. Na ocasião, Trump afirmou que notícias sobre a redução de estoques devido à guerra no Irã estavam incorretas e que os Estados Unidos detêm quantidades "praticamente ilimitadas" de munição de médio e alto calibre.

O posicionamento de Trump rebate alertas emitidos anteriormente sobre a redução de inventários cruciais de defesa aérea. Relatos indicavam que a escalada do conflito com o Irã teria impactado os estoques de mísseis de defesa.

Informações citadas anteriormente apontavam que as forças armadas poderiam ter esgotado quase 80% de seus interceptadores de um importante sistema de defesa antimísseis. Naquele contexto, comandantes militares de alto escalão haviam alertado que os níveis de munição estavam em patamares perigosamente baixos.

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