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Niterói

Prefeitura de Niterói decreta três dias de luto oficial pela morte de fundador de restaurante tradicional

Mário Martins Ribeiro Carvalho, fundador do tradicional Caneco Gelado do Mário, faleceu no último sábado (3).

Por Redação Diário Local

A Prefeitura de Niterói decretou três dias de luto oficial pela morte de Mário Martins Ribeiro Carvalho, fundador do tradicional restaurante Caneco Gelado do Mário. O decreto, assinado pelo prefeito Rodrigo Neves, será publicado no Diário Oficial desta terça-feira (6).

O comerciante faleceu no último sábado (3). O velório foi realizado ontem (4), na capela da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Antiga Sé, localizada no Centro do Rio de Janeiro.

Mário Carvalho esteve à frente do estabelecimento, situado no Centro de Niterói, desde a sua inauguração, em 1969. Ao longo de mais de cinco décadas, o restaurante consolidou-se como um ponto de referência na memória afetiva dos moradores da cidade.

O Caneco Gelado tornou-se conhecido pela oferta de pratos à base de frutos do mar, pela cerveja gelada e pelo tradicional bolinho de bacalhau. A trajetória do estabelecimento faz parte da identidade gastronômica do município.

Homenagens e patrimônio

Pela sua contribuição ao estado, Mário recebeu a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ). Em 2019, o restaurante Caneco Gelado do Mário foi oficialmente declarado Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro.

Em nota, o prefeito Rodrigo Neves prestou solidariedade à esposa do comerciante, Sueli, bem como aos familiares, amigos, funcionários e clientes. Neves destacou o papel de Mário na criação de um ponto de encontro para diversas gerações de niteroienses.

De acordo com o prefeito, o fundador do restaurante construiu um legado que vai além do negócio, sendo uma figura especial na história da cidade. O texto oficial ressalta a alegria e o carinho com que o comerciante recebia o público ao longo dos anos.

O luto oficial em Niterói marca o encerramento do ciclo do fundador do restaurante, que permanece como um símbolo da culinária e da tradição local desde o final da década de 1960.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.