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Transparência

Rio de Janeiro lidera ranking de transparência e gestão pública entre 13 cidades fluminenses

Capital fluminense alcançou índice de 98,8 pontos, sendo classificada com nível 'ótimo' pelo Instituto de Direito Coletivo.

Por Redação Diário Local

A cidade do Rio de Janeiro liderou o Ranking de Transparência e Governança Pública de 2026, ocupando a primeira posição entre 13 municípios do estado do Rio de Janeiro analisados. A capital fluminense alcançou o índice de 98,8 pontos, sendo classificada com o nível de desempenho 'ótimo'.

Pelo terceiro ano consecutivo, a pesquisa é realizada pelo Instituto de Direito Coletivo (IDC), que contou com o apoio técnico e a metodologia da Transparência Internacional – Brasil. O estudo avaliou seis critérios fundamentais: aspectos legais; plataformas; administrativo e governança; obras públicas; transparência financeira e orçamentária; e comunicação, engajamento e participação.

Na sequência da classificação, Armação de Búzios registrou 92,1 pontos, seguida por Quatis, que obteve 87,7 pontos. No extremo oposto da lista, Araruama ocupou a 13ª posição com 45,6 pontos, sendo a cidade com o menor índice entre as avaliadas.

Como funciona a evolução do ranking?

Os resultados da edição de 2026 apontam um crescimento na transparência municipal. Em 2024, apenas dois dos 13 municípios estavam na faixa 'Bom', enquanto em 2026 esse número saltou para seis cidades.

A média de notas de todos os municípios avaliados também apresentou trajetória de crescimento. Em 2024, a média era de 51,0 pontos; em 2025, subiu para 63,5 e, nesta edição de 2026, chegou a 73,2 pontos.

Esse avanço representa um crescimento de aproximadamente 43,5% na média geral em um intervalo de dois anos. A classificação das notas varia de 'Péssimo' (0 a 19,9) até 'Ótimo' (80 a 100).

Quais municípios ficaram nas últimas posições?

As três últimas colocações foram ocupadas por cidades classificadas na faixa 'regular'. Campos dos Goytacazes ficou em 11º lugar, com 57,8 pontos. Teresópolis ocupou a 12ª posição, com 52,8 pontos.

De acordo com Tatiana Bastos, presidente do Instituto de Direito Coletivo, o objetivo do estudo não é apenas estabelecer uma classificação, mas oferecer às administrações públicas uma referência para identificar pontos de melhoria e ampliar a qualidade das informações disponibilizadas aos cidadãos.

A metodologia do índice considera 75 indicadores e organiza o módulo Geral em dimensões que incluem desde a legislação até a comunicação e participação popular. Antes da divulgação final, as prefeituras recebem as notas preliminares e podem apresentar recursos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.