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Amapá

Clécio Luís oficializa candidatura à reeleição para o governo do Amapá

O atual governador contará com apoio de Davi Alcolumbre e da base do governo federal em coligação com nove partidos.

Por Redação Diário Local

A Federação União Progressista oficializou, nesta sexta-feira (25), a candidatura do atual governador Clécio Luís para a reeleição ao governo do Amapá. O anúncio ocorreu durante convenção realizada em Macapá e conta com o apoio do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil), e da base do governo federal.

Na chapa pela permanência no cargo, Clécio Luís terá como vice Teles Jr. (PDT). O parlamentar decidiu não disputar uma vaga no Senado para integrar a composição executiva do grupo. A coligação que apoia a reeleição é composta por nove partidos: União Brasil, PP, PT, PCdoB, PV, Rede, PSOL, PDT e Republicanos.

Para a disputa das duas vagas no Senado, o grupo definiu o atual líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT), e a deputada estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Alliny Serrão (União Brasil). Clécio Luís, que já exerceu dois mandatos como prefeito de Macapá, busca consolidar sua gestão após o período em que a capital foi comandada por seu adversário político.

Pelo PSD, o candidato ao governo estadual é Dr. Furlan. A chapa de oposição terá a deputada estadual Luciana Gurgel (PL) como vice. Para o Senado, a disputa será entre Rayssa Furlan (Podemos), ex-primeira-dama de Macapá, e o senador Lucas Barreto (PSD), que busca a reeleição.

O candidato Dr. Furlan enfrentou movimentações jurídicas antes da formalização do registro. Na última quarta-feira (23), o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) rejeitou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apontava suposto abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2024.

Os desembargadores do TRE-AP entenderam que, embora seja aplicado o pagamento de multa a Furlan e ao seu vice-prefeito na época, não há motivo para a decretação de inelegibilidade. A decisão ocorre após o tribunal negar uma medida cautelar anteriormente movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

O Ministério Público buscava impedir que o registro de candidatura de Furlan fosse aceito pela Justiça Eleitoral até que a ação sobre sua elegibilidade fosse totalmente concluída. A medida cautelar havia sido protocolada antes mesmo de o pré-candidato apresentar o requerimento individual de registro oficial.

A disputa entre o atual governador e o ex-prefeito de Macapá ocorre em um cenário de polarização. Pesquisas indicam que Furlan detém vantagem nas intenções de voto, mas os grupos políticos seguem articulando as alianças partidárias para o pleito estadual.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.