Lula, Fachin e Alcolumbre participam de desfiles de nesta segunda-feira (7) em diversas capitais
Manifestações em capitais marcaram o feriado da Independência; Flávio Bolsonaro e Cury realizaram atos em São Paulo e Rio de Janeiro
Por Redação Diário Local
O feriado da Independência do Brasil, celebrado nesta segunda-feira (7), foi marcado por desfiles oficiais e manifestações políticas divergentes em diversas capitais do país. Enquanto autoridades governamentais participaram de atos cívicos, grupos de oposição realizaram protestos com críticas direcionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes.
Nos desfiles oficiais, estiveram presentes o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro do STF Cristiano Fachin, o senador Davi Alcolumbre e o deputado Hugo Motta. A participação das autoridades compôs a agenda de celebrações da data nacional.
Em São Paulo, o cenário foi de tensão durante atos ligados ao senador Flávio Bolsonaro. O parlamentar realizou uma manifestação na qual criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, classificando o episódio dos ataques às instituições de 8 de janeiro como uma farsa e referindo-se ao ministro como "laranja podre" no STF.
Durante os eventos na capital paulista, a Polícia Militar (PM) utilizou bombas de gás para conter opositores de Flávio Bolsonaro. Os confrontos ocorreram nas proximidades da Avenida Paulista, região onde se concentraram as manifestações.
No Rio de Janeiro, o cenário político também foi de mobilização. O político Cury realizou um ato na cidade e utilizou o espaço para enviar uma mensagem de apoio ao ministro André Mendonça.
As capitais brasileiras registraram um movimento de críticas sistêmicas ao STF e à atuação de Alexandre de Moraes. Esses protestos ocorreram de forma paralela às celebrações tradicionais da Independência.
Paralelamente aos atos políticos e cívicos, movimentos sociais promoveram a 32ª edição do Grito dos Excluídos. A mobilização ocorreu simultaneamente em diversas regiões do território nacional.
O dia foi caracterizado, portanto, por uma divisão de agendas entre as celebrações institucionais do Estado e as manifestações de caráter político e social que percorreram o país.
