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Pesquisa Quaest aponta que 54% dos brasileiros sentem que a renda não subiu acima do custo de vida

Levantamento mostra que 33% sentem que a renda subiu no mesmo ritmo dos preços e 21% dizem que o ganho foi menor que a inflação

Por Redação Diário Local

A percepção sobre o aumento da renda familiar em relação ao custo de vida divide opiniões entre os brasileiros, segundo levantamento da Quaest divulgado nesta segunda-feira (7). O estudo indica que 33% dos entrevistados afirmam que o ganho da família não aumentou no último ano.

Outro grupo de 21% declarou que a renda subiu, mas de forma inferior ao aumento dos preços no mesmo período. Além disso, 33% dos participantes avaliam que a renda e o custo de vida cresceram no mesmo ritmo.

Apenas 10% dos brasileiros relataram que o rendimento familiar aumentou acima da inflação no último ano. Os dados estavam estáveis em comparação com a pesquisa anterior, realizada nesta quarta-feira (2).

Relação entre renda e intenção de voto

A percepção econômica apresenta correlação com as intenções de voto para o 1º turno. Entre os brasileiros que afirmam que a renda aumentou mais que o custo de vida, o presidente Lula (PT) lidera com 76% das intenções de voto.

No grupo que acredita que a renda e os preços subiram no mesmo ritmo, Lula aparece com 48% das preferências, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 23%. Nesse cenário, o escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 9%.

Já entre os entrevistados que dizem que a renda subiu menos que o custo de vida, Flávio Bolsonaro lidera com 39%, contra 23% de Lula. O grupo de indecisos nesse segmento representa 10% dos respondentes.

No segmento daqueles que afirmam que a renda não aumentou, Flávio Bolsonaro aparece à frente, com 34% das intenções. Lula registra 23%, seguido por Cury com 9% neste grupo específico.

Metodologia do levantamento

A pesquisa Quaest ouviu 2.004 pessoas com idade entre 16 e mais de 60 anos em todo o país. A coleta de dados ocorreu entre os dias 3 e neste domingo (6).

O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.