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Empresa de confinamento elimina uso de antibióticos e propõe novo modelo de produção

Mudança no sistema de manejo desafia o modelo tradicional de produção de carne ao retirar o uso de medicamentos preventivos.

Por Diário Local

Uma grande empresa do setor de confinamento decidiu eliminar o uso de antibióticos em sua operação, estabelecendo um novo modelo que desafia as práticas tradicionais de produção animal. A medida altera diretamente o manejo utilizado no processo de engorda, buscando alternativas que reduzam a dependência de medicamentos.

A decisão representa uma ruptura com o sistema convencional de manejo. No modelo tradicional, o uso de antibióticos é comumente empregado para o controle sanitário e para garantir a saúde dos animais durante todo o período de confinamento.

Com a implementação desse novo método, a companhia busca testar a viabilidade de um sistema produtivo que não dependa desse tipo de recurso farmacológico. O objetivo é validar uma alternativa que mantenha a eficiência na engorda sem o suporte dos medicamentos habituais.

A mudança proposta atinge um dos pilares do manejo sanitário na pecuária de corte. Historicamente, o uso de substâncias para controle de doenças tem sido uma ferramenta padrão para assegurar a produtividade nas etapas de terminação.

Ao abrir mão dos antibióticos, a empresa propõe um desafio técnico ao modelo de gestão de saúde animal. A estratégia foca em adaptar o protocolo de manejo para que a sanidade do rebanho seja preservada por outros meios.

O movimento sinaliza uma tendência de transformação no setor de confinamento. A transição para métodos que priorizam a redução de insumos químicos pode influenciar novas práticas de manejo em larga escala.

A nova abordagem busca comprovar que é possível realizar o ciclo de engorda com segurança biológica. O foco está em reorganizar os processos de cuidado para que a ausência de antibióticos não comprometa o desempenho do gado.

O caso serve como um teste prático para o setor, que observa a eficácia dessa nova estrutura de produção. A implementação desse modelo pode redefinir o que se entende por manejo sanitário em sistemas intensivos de confinamento.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.