Fazendeiro de 86 anos recusa oferta de US$ 15 milhões para construir data center em terras agrícolas
Proprietário de terras nos EUA optou por preservar 105 hectares de área agrícola em vez de converter a propriedade para uso industrial.
Por Redação Diário Local
Um fazendeiro de 86 anos decidiu recusar uma oferta de US$ 15 milhões para transformar suas terras nos Estados Unidos em um data center. O proprietário optou por preservar 105 hectares de área agrícola, garantindo que a propriedade não seja convertida para uso industrial.
Para viabilizar a manutenção da atividade de campo e impedir a mudança de finalidade do terreno, o agricultor recebeu um pagamento de US$ 1,9 milhão. O montante serviu para assegurar a conservação das fazendas e manter o destino original da área.
A decisão do proprietário prioriza a continuidade da produção agrícola em detrimento do interesse do setor de tecnologia. Com o acordo, ele conseguiu manter o controle sobre as terras e evitar a instalação de infraestrutura digital no local.
A proposta milionária de instalação de um centro de processamento de dados (data center) visava converter a área rural em um polo industrial tecnológico. No entanto, o valor oferecido para a venda da área foi rejeitado em favor da preservação ambiental e produtiva.
O pagamento de US$ 1,9 milhão funciona como uma medida de proteção para que os 105 hectares permaneçam destinados ao setor agropecuário. A medida garante que a propriedade não sofra impacto da expansão de grandes centros de armazenamento de informações.
A negociação destaca o conflito entre a expansão de infraestruturas tecnológicas e a preservação de áreas de cultivo. Ao rejeitar a oferta de US$ 15 milhões, o fazendeiro garantiu a vocação agrícola da região.
A manutenção da fazenda assegura que o solo e a estrutura produtiva não sejam alterados para suportar o consumo energético e a construção de grandes edifícios industriais. O acordo protege o uso do solo contra a conversão para fins comerciais de larga escala.
Com a conclusão do processo, a propriedade permanece sob gestão agrícola, mantendo a integridade do território rural. O caso ilustra a resistência de produtores na manutenção de terras produtivas frente à demanda do setor de tecnologia.
