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Automobilismo

George Russell terá que trocar motor novamente após quebra na Malásia

Piloto da Mercedes largará do fundo do grid em Singapura após quebra de componente ocorrida na Malásia.

Por Redação Diário Local

O piloto George Russell terá que largar do fundo do grid na corrida deste domingo (11) no Grande Prêmio de Singapura, após a Mercedes confirmar a necessidade de troca de motor. A decisão é uma resposta direta à quebra do componente ocorrida na etapa da Malásia, o que compromete a posição do piloto na 17ª etapa da temporada de 2026 da Fórmula 1.

A equipe liderada por Toto Wolff tentou antecipar a introdução de motores de combustão interna (ICE) e turbocompressores (TC) revisados já para o fim de semana em Marina Bay. No entanto, a nova especificação de componentes, preparada conforme as regras do ADUO, será integrada à equipe apenas na etapa americana do calendário.

Como Russell ainda não havia excedido o limite de componentes permitidos pela categoria, a substituição atual será mais rigorosa. O piloto terá de pagar a punição de dez posições por cada novo componente ultrapassado pela primeira vez, ao contrário de Andrea Kimi Antonelli, que já possui vantagem por ter excedido o limite anteriormente na Itália.

Por que a Mercedes mudará o motor?

A necessidade de substituição foi motivada pela falha técnica sofrida pelo carro de Russell em Sepang. Segundo a equipe, não houve alternativa para evitar o procedimento, mesmo que o motor que será utilizado agora não conte com as atualizações tecnológicas esperadas para as próximas corridas.

O problema técnico ocorrido na Malásia também motivou uma estratégia de investigação. A Mercedes utilizará o fim de semana em Singapura para testar o pacote de componentes levado para o circuito de Sepang no carro de Antonelli, visando entender o que causou a perda de performance registrada pelo piloto.

Desempenho técnico e disputa pelo título

A situação de Russell ocorre em um momento crítico da disputa pelo Mundial. Enquanto o piloto lida com as penalidades de grid, a competitividade da equipe é monitorada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que elegeu o motor Red Bull Ford como o mais potente do grid atual.

Apesar do dado da FIA, a Mercedes mantém destaque técnico em outra área fundamental. A equipe sobressai no gerenciamento da bateria, fator que equilibra a disputa de performance frente aos motores de combustão interna de maior potência.

A Fórmula 1 retorna a pista neste fim de semana, entre os dias 9 e neste domingo (11). O Grande Prêmio de Singapura concentra atividades de treinos livres, classificação da sprint, corrida sprint e a corrida principal em Marina Bay.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.