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Adilsinho será ouvido pela Justiça sobre morte de rival em audiência em agosto

Audiência sobre o assassinato de Fábio Alamar Leite ocorrerá no dia 26 de agosto; Ministério Público aponta Adilsinho como mandante.

Por Redação Diário Local

O acusado de chefiar um esquema bilionário de venda de cigarros falsificados, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, será ouvido pela Justiça na próxima terça-feira (26). Ele é apontado pelo Ministério Público como o mandante do assassinato de Fábio Alamar Leite, ocorrido em uma disputa pelo controle do comércio irregular de cigarros no estado do Rio de Janeiro.

A audiência trata de um crime ocorrido no dia 4 de outubro de 2022. Na ocasião, Fábio Alamar foi morto ao sair do Cemitério de Inhaúma, logo após o enterro de um de seus sócios. O assassinato ocorreu em um cenário de violência contínua na região, já que o sócio da vítima, Fabrício Oliveira, havia sido morto com 14 tiros apenas 48 horas antes.

Além de Adilsinho, a Justiça deve ouvir José Ricardo Gomes Simões e Átila Deive de Oliveira da Silva durante a sessão. Ambos são acusados de serem os executores do crime e estão presos no Complexo de Gericinó, em Bangu.

Adilsinho é apontado pelas investigações como integrante da cúpula do jogo do bicho. Segundo a denúncia, ele liderava um esquema de grande escala voltado para a produção e comercialização de cigarros falsificados em território fluminense.

O contraventor estava foragido há meses quando foi localizado pelas autoridades. A prisão de Adilsinho aconteceu em fevereiro do ano passado, em uma mansão localizada em Cabo Frio, na Região dos Lagos.

A captura foi realizada por meio de uma operação conjunta entre a Polícia Federal (PF) e a Polícia Civil do Rio de Janeiro. Na época, o cumprimento do mandado de prisão encerrou um período de busca que durou meses.

De acordo com o Ministério Público, a motivação para o homicídio de Fábio Alamar seria o conflito direto entre rivais pelo domínio do mercado de cigarros contrabandeados em todo o estado.

O caso segue sob investigação judicial para apurar o envolvimento de todos os citados no esquema criminoso e na execução do crime ocorrido em 2022.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.