Empresa dona de avião que caiu em MS diz colaborar com investigação
A Amapil Táxi Aéreo confirmou a morte do piloto e de uma pesquisadora alemã e afirmou estar trabalhando com autoridades para apurar as causas do acidente.
Por Diário Local
A Amapil Táxi Aéreo confirmou, em nota divulgada nas redes sociais, as mortes do piloto Henrique Martin e da pesquisadora alemã Lydia Theresia Mocklinghoff na queda de avião ocorrida na sexta-feira (3/7) em Campo Grande (MS). A empresa afirmou estar colaborando integralmente com as autoridades na investigação sobre as causas do acidente.
No comunicado, a companhia expressou solidariedade aos familiares e pessoas próximas das vítimas. "Neste momento de imensa tristeza, a empresa manifesta sua solidariedade e as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e pessoas próximas das vítimas, colocando-se à disposição para prestar todo o apoio necessário", diz a nota.
A Amapil informou que colabora desde os primeiros momentos com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e com as demais autoridades competentes. A empresa fornece todas as informações e o suporte necessários para a apuração dos fatos.
A companhia ressaltou sua longa trajetória na aviação civil, com mais de 52 anos de atuação no setor.
A empresa afirmou que não se manifestará sobre aspectos técnicos ou circunstâncias do acidente até a conclusão da investigação oficial. A decisão respeita as famílias das vítimas e os órgãos responsáveis pela apuração.
O acidente aconteceu no início da manhã de sexta-feira em uma área de mata localizada na região do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande. A aeronave era um Embraer EMB-810, de matrícula PT-WYQ, utilizada para operações de táxi aéreo.
Após horas de buscas, os bombeiros localizaram o piloto e a passageira mortos junto aos destroços da aeronave.
