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Segurança

Brasileiro que mora na Suíça é agredido e tem celular roubado em Jacaraípe

Vítima de 44 anos foi cercada por seis homens enquanto usava o GPS e sofreu lesões na cabeça com um bastão de madeira.

Por Redação Diário Local

Um brasileiro de 44 anos, residente na Suíça, foi agredido e teve o celular roubado em Jacaraípe, na Serra, durante uma visita ao Brasil. O crime ocorreu no balneário por volta das 22h, enquanto a vítima utilizava o aparelho para consultar o trajeto por meio de GPS.

De acordo com a Polícia Militar, o homem foi cercado por um grupo de seis indivíduos durante a caminhada. O ataque aconteceu após a vítima negar que estivesse filmando ou fotografando o local no momento da abordagem.

Durante a ação, o homem foi atingido com um bastão de madeira, o que causou lesões na região da cabeça. Após as agressões, os criminosos fugiram levando o celular da vítima.

Investigação e prisão de suspeitos

A Polícia Militar iniciou buscas na região logo após o incidente e conseguiu localizar os suspeitos envolvidos. Durante a diligência, a vítima conseguiu reconhecer dois dos agressores.

Entre os indivíduos identificados pela polícia, um deles é um adolescente de 17 anos. O grupo de seis homens é investigado pela participação no crime ocorrido no balneário.

Após a abordagem policial, os suspeitos foram detidos e encaminhados para uma delegacia especializada em Vitória. O caso seguirá sob investigação das autoridades para apurar a participação de todos os envolvidos.

Motivação do crime

A principal linha de investigação aponta que o ataque pode ter sido motivado pelo tráfico de drogas na região. A polícia trabalha com a hipótese de que os agressores acreditaram que o turista estivesse registrando a movimentação de criminosos na área.

O cenário de intensa atividade de narcotráfico no local é considerado um fator determinante para o enquadramento do crime. A suspeita é de que o uso do celular tenha sido interpretado pelos criminosos como uma tentativa de monitoramento da atividade ilícita.

A investigação deve detalhar se os outros quatro homens envolvidos na abordagem também serão identificados e responsabilizados pela dinâmica do cerco realizado no balneário.

Atendimento à vítima

A vítima chegou a ser socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Castelândia. Contudo, o homem recusou receber atendimento médico na unidade de saúde.

O reconhecimento feito pela vítima é considerado um passo fundamental para a identificação definitiva do grupo. A delegacia agora trabalha na coleta de depoimentos e demais evidências do ocorrido.

As autoridades buscarão complementar as provas para a conclusão do inquérito policial e garantir a ordem pública no local do crime.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.