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Funcionários de depósito notam presença frequente de cobra em tubulação aquecida

Presença recorrente do animal em tubulação aquecida levou à instalação de tela metálica para bloquear acesso externo.

Por Redação Diário Local

Funcionários de um depósito industrial com pé-direito alto relataram a presença recorrente de uma cobra no local durante vários meses. O animal era visto ocasionalmente cruzando o espaço, utilizando sempre o mesmo caminho para acessar as instalações.

De acordo com os relatos, o réptil se aproximava de uma tubulação que permanece aquecida dentro do galpão. Para chegar ao ponto de calor, a cobra utilizava uma abertura de ventilação situada em uma parte alta da estrutura.

A presença constante do animal foi confirmada de forma definitiva após os trabalhadores encontrarem uma pele trocada pelo réptil no interior do depósito. O achado de vestígios da muda de pele indicou que o animal estava estabelecido no ambiente e utilizava o local com frequência.

Por que a tubulação atraía o animal?

A frequência da cobra no depósito era motivada pela busca de calor constante. A tubulação aquecida funcionava como um ponto de interesse térmico, atraindo o réptil para o interior da instalação industrial.

O acesso ocorria de forma sistemática através da abertura de ventilação elevada. Esse trajeto permitia que o animal alcançasse a área aquecida sem ser detectado de imediato pelos funcionários durante os primeiros meses.

Como o problema foi resolvido?

Diante da constatação de que o animal estava habituado ao local, a administração do depósito adotou medidas de segurança. O galpão precisou ser fechado por uma noite para que os procedimentos de contenção e limpeza fossem realizados.

Como solução definitiva, uma tela metálica foi instalada na abertura de ventilação externa. A barreira tem o objetivo de bloquear o caminho de entrada utilizado pelo réptil e evitar que novos incidentes ocorram no ambiente de trabalho.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.