Fábricas de Cultura completam 15 anos com oferta de cursos gratuitos e 1 milhão de atendimentos anuais
Programa do Governo de São Paulo oferece cursos de artes e tecnologia em 15 unidades, com frequência de 1 milhão de pessoas por ano.
Por Davy Albuquerque
O programa Fábricas de Cultura, do Governo de São Paulo, completou 15 anos de funcionamento em junho de 2026. Com 15 unidades espalhadas pelo estado, o projeto oferece cursos, oficinas e espetáculos gratuitos, atendendo um público estimado de 1 milhão de pessoas por ano.
Os equipamentos funcionam tanto como centros de formação artística quanto como polos de difusão cultural. Além das aulas, as unidades disponibilizam espaços para ensaios de grupos locais e recebem apresentações de teatro, dança e música.
Em cada unidade, são oferecidos cerca de 150 cursos anuais. As atividades abrangem áreas como circo, teatro, música, tecnologia, games e artes visuais, buscando o desenvolvimento de novos talentos e o incentivo à convivência cultural.
O programa foi criado para ampliar o acesso à cultura, com foco especial nas regiões periféricas. As atividades reúnem diversos perfis de público, incluindo crianças, jovens, adultos e idosos.
Como participar das atividades?
As matrículas para os cursos gratuitos são realizadas ao fim de cada semestre. Para os serviços de difusão cultural, como a participação em apresentações ou a utilização dos espaços, o acesso deve ser feito mediante agendamento.
O impacto do programa é observado no desenvolvimento profissional de participantes. Matheus Gregório, músico e ex-aluno da unidade de Sapopemba, na Zona Leste, relata que foi por meio do projeto que descobriu sua profissão e o desejo de lecionar.
Onde estão localizadas as unidades?
A capital paulista concentra 10 das unidades, situadas nos bairros Brasilândia, Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Itaim Paulista, Jaçanã, Jardim São Luís, Parque Belém, Sapopemba, Vila Curuçá e Vila Nova Cachoeirinha.
Na Região Metropolitana de São Paulo, o programa possui unidades em São Bernardo do Campo, Osasco e Diadema. No interior e no litoral, os equipamentos atendem as cidades de Iguape, no Vale do Ribeira, e Santos, na Baixada Santista.
