Diário Local
Segurança

Criminosos furtam R$ 5 milhões em joias após quebrarem paredes na Oscar Freire, em SP

Criminosos utilizaram papel-alumínio para cobrir câmeras de monitoramento durante o crime em São Paulo

Por Redação Diário Local

Criminosos furtaram joias avaliadas em R$ 5 milhões na rua Oscar Freire, na zona Oeste de São Paulo. Para realizar o crime, os suspeitos quebraram paredes para acessar o local onde o material estava armazenado e utilizaram papel-alumínio para obstruir as câmeras de monitoramento.

A ação criminosa foi registrada nesta terça-feira (13). De acordo com informações da polícia, o grupo agiu de forma planejada para contornar os sistemas de segurança da região, que é conhecida pelo comércio de luxo.

Durante a execução do furto, os envolvidos utilizaram o papel-alumínio para cobrir as lentes das câmeras de vigilância. A tática foi empregada com o objetivo de impedir o registro de imagens e dificultar a identificação dos suspeitos pelas autoridades.

Além do uso do material para obstrução visual, os criminosos realizaram a quebra de paredes para garantir o acesso ao estoque ou cofre. A técnica de romper estruturas físicas permitiu que o grupo atingisse o alvo sem necessariamente passar pelas entradas principais, como portas ou vitrines.

O valor total do prejuízo é estimado em R$ 5 milhões. A polícia trabalha para identificar a autoria do crime e entender se houve participação de pessoas que conheciam a estrutura interna do estabelecimento ou do imóvel atingido.

O caso segue sob investigação das autoridades paulistas. Peritos devem analisar os locais onde as paredes foram rompidas e buscar vestígios que possam auxiliar na elucidação da dinâmica do furto.

As câmeras de monitoramento do entorno e as imagens que não foram obstruídas pelo papel-alumínio devem ser coletadas para compor o inquérito policial. A investigação busca determinar o tempo de duração da ação e a rota de fuga utilizada pelo grupo.

Até o momento, ninguém foi preso em relação ao furto na Oscar Freire. A polícia mantém o monitoramento de possíveis movimentações de joias de alto valor na capital paulista decorrentes do crime.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.