Diário Local
Segurança

Corpo de médico desaparecido é encontrado com sinais de agressão em cemitério de Porto Velho

Corpo de Lucas Macedo Martins, de 32 anos, foi localizado em cemitério com sinais de espancamento e ferimentos no rosto

Por Redação Diário Local

O corpo do médico Lucas Macedo Martins, de 32 anos, foi encontrado nesta sexta-feira (24) com sinais de agressão no cemitério Santo Antônio, em Porto Velho (RO). O profissional estava desaparecido desde a segunda-feira (21).

De acordo com a Polícia Civil de Rondônia (PCRO), o cadáver foi localizado por funcionários do cemitério. A equipe de trabalho percebeu que a tampa de uma sepultura estava quebrada e, ao verificar o interior do túmulo, encontrou o corpo seminu.

A perícia técnica constatou que o médico apresentava uma lesão no lado esquerdo do crânio, afundamento na região do rosto e um ferimento grave no olho direito. Durante os trabalhos no local, foram recolhidos pedaços de tijolo com manchas de sangue e fios de cabelo para análise.

A principal linha de investigação da polícia trabalha com a hipótese de que Lucas estava acompanhado de outra pessoa no cemitério antes do crime. A suspeita é de que tenha ocorrido uma discussão entre os dois, seguida de agressões físicas.

Os investigadores buscam agora identificar o paradeiro da pessoa que teria estado com o médico no momento do ocorrido. O material coletado na cena do crime será submetido a exames periciais para auxiliar na elucidação da autoria.

Vídeo sobre homofobia

No dia do desaparecimento, o médico publicou um vídeo para amigos próximos nas redes sociais que pode ter relação com o caso. Nas imagens, Lucas aparece chorando e visivelmente alterado durante um relato.

No vídeo, o profissional menciona um homem e faz acusações de homofobia. Ele afirma que o indivíduo teria tido uma reação negativa ao saber que ele levaria um companheiro para casa.

A Polícia Civil de Rondônia (PCRO) deve analisar o conteúdo da gravação e as informações nela contidas. O objetivo é verificar a veracidade do relato e entender se o episódio de homofobia possui conexão com as circunstâncias da morte.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.