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Crime

Mãe e filha são mortas com golpes no pescoço em Candelária (RS) e polícia apura motivação

Vítimas foram encontradas com lesões no pescoço na última terça-feira (29); família já havia sofrido duplo homicídio em 2012

Por Redação Diário Local

Uma mulher de 31 anos e sua filha de 13 anos foram encontradas mortas na tarde de terça-feira (29), em Candelária, no Rio Grande do Sul. As vítimas, Patrícia Cristina Pereira e Karolayne Cristina Costa, apresentavam lesões profundas na região do pescoço, possivelmente provocadas por arma branca.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) investiga o duplo homicídio e trabalha com diferentes linhas para esclarecer o crime. De acordo com o delegado Paulo César Schirrmann, responsável pelo caso, existem três suspeitos, mas nenhum foi preso até o momento.

As autoridades acreditam que Patrícia era o alvo principal do ataque e que a filha, Karolayne, teria sido morta por estar no local no momento da ação. Um dos pontos que ganha relevância na investigação é que a mulher havia registrado um boletim de ocorrência por ameaça em dezembro de 2025.

O crime foi descoberto após a babá da família estranhar o sumiço de Patrícia e da adolescente. Ao acionar a Brigada Militar, os policiais encontraram a porta da residência entreaberta e localizaram os corpos das vítimas.

A perícia busca agora utilizar imagens de câmeras de segurança instaladas na região para ajudar na elucidação do caso. Segundo a PCRS, até o momento, nenhuma hipótese de autoria ou motivação foi descartada.

Histórico de violência na família

A investigação também apura um crime ocorrido há 13 anos, que envolve a mesma família. Em 2012, os pais de Patrícia, Sérgio Antônio Pereira e Roseli Rosa, foram mortos a tiros.

Na época dos homicídios em 2012, Sérgio tinha 36 anos e Roseli tinha 39 anos. Os investigadores agora também analisam os crimes passados como parte do contexto do novo caso.

Patrícia deixou outros três filhos: uma menina de 10 anos e gêmeos de nove meses. Após o ocorrido, os bebês foram entregues ao pai, enquanto a filha mais velha ficou sob os cuidados da babá, com quem a família já residia antes do crime.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.