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Segurança

Suspeita de enganar idosos fingindo ser funcionária de ONG é presa no Rio

Mulher fingia trabalhar para ONG para abrir contas e contratar empréstimos em nome de vítimas em cidades da Baixada e Região Metropolitana.

Por Redação Diário Local

Uma mulher foi presa nesta terça-feira (3) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro sob a suspeita de aplicar golpes em idosos ao se passar por funcionária de uma organização não governamental (ONG). A ação foi realizada por investigadores da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

De acordo com levantamentos da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), a suspeita teria movimentado cerca de R$ 500 mil provenientes das fraudes cometidas contra as vítimas. A investigação aponta que o prejuízo financeiro causado aos idosos foi grave.

Segundo o que aponta a polícia, a mulher iniciava o esquema por meio de ligações telefônicas. Nessas chamadas, ela fingia trabalhar para uma ONG e agendava entrevistas presenciais com os idosos.

Durante os encontros, a investigada obtinha os documentos das vítimas para realizar fraudes financeiras. Com os dados em mãos, ela abria contas bancárias e contratava empréstimos, inclusive na modalidade consignada.

As atividades criminosas da mulher tinham abrangência em diversas cidades da Região Metropolitana. O esquema atuava nos municípios de São Gonçalo, Niterói, Itaboraí e Nova Iguaçu.

Ao consultar os sistemas de segurança, os investigadores constataram que a mulher já possui um extenso histórico criminal. Ela acumula 14 anotações pelos crimes de furto, estelionato e associação criminosa.

A prisão efetuada nesta terça-feira (3) ocorreu em cumprimento a um mandado judicial. O documento refere-se especificamente aos crimes de furto e estelionato.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Roubos e Furtos para identificar se houve outras vítimas envolvidas no esquema de falsidade ideológica e fraude financeira.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.