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Relacionamentos

Espírito Santo tem 233 mil mulheres à procura de 'sugar daddies' em plataforma de relacionamentos

Levantamento da plataforma MeuPatrocínio mostra que há cinco mulheres jovens para cada homem que busca parceria financeira no estado

Por Redação Diário Local

O Espírito Santo possui 233.656 mulheres cadastradas na plataforma de relacionamentos MeuPatrocínio que buscam o modelo de relacionamento conhecido como 'sugar baby'. O levantamento revela que, no estado, há cinco mulheres jovens para cada 'sugar daddy' (homem que banca a parceira).

Os dados mostram que o número de homens cadastrados para este perfil é de 43.247. De acordo com a plataforma, a renda média desses homens é de R$ 76 mil, e o perfil predominante é de empresários e executivos de indústrias, com idade média de 39 anos.

No total, a plataforma MeuPatrocínio conta com 362.008 usuários cadastrados apenas no Espírito Santo. O volume de inscritos é comparável à população inteira dos municípios de Colatina e Linhares.

Como funciona o perfil dos usuários

Além das mulheres que buscam os 'daddies', a plataforma também registra o movimento inverso. Existem 73.501 homens jovens (chamados de 'babies masculinos') à procura de parceiras mais velhas que os bancam, as chamadas 'sugar mommies'. No estado, são 11.604 mulheres registradas nesse perfil.

As 'sugar babies' femininas possuem idade média de 27 anos e, em sua maioria, são estudantes e empreendedoras. Segundo Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo, o perfil das mulheres tem apresentado mudanças.

Bittencourt aponta que muitas dessas mulheres já possuem salários altos e buscam parceiros que correspondam às suas expectativas de vida amorosa e financeira, indo além da simples busca por sustento.

Motivações para o uso da plataforma

Sobre o comportamento masculino, o especialista Caio Bittencourt explica que o foco excessivo no trabalho pode dificultar o convívio social de alguns homens. Nesse cenário, o site funcionaria como uma ferramenta para auxiliar na construção de uma vida amorosa.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.