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Congonhas

Aeroporto de Congonhas libera novas taxiways e avança com construção de terminal

Liberação operacional das taxiways Kilo e Victor ocorre enquanto obras do novo terminal de passageiros seguem em ritmo acelerado.

Por Redação Diário Local

O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, avançou em seu cronograma de modernização e expansão com a liberação operacional das taxiways Kilo e Victor. A nova infraestrutura foi disponibilizada após a conclusão de etapas de campo, processos de verificação, homologação e adequação de procedimentos operacionais.

A liberação das pistas de táxi ocorre em um momento de intensificação das obras, que incluem a finalização de novos hangares para as companhias aéreas Azul, Gol e Latam. O projeto de expansão exige uma coordenação constante entre as frentes de construção, operação, segurança, empresas aéreas e órgãos reguladores.

Atualmente, o canteiro de obras conta com a atuação direta de mais de mil profissionais. O desafio logístico reside em realizar intervenções estruturais profundas em um dos aeroportos mais estratégicos do país enquanto ele mantém sua rotina integral de funcionamento.

A operação do terminal registra, diariamente, cerca de 600 voos e a circulação de mais de 100 mil pessoas. Segundo o CEO do Aeroporto de Congonhas, Kleber Meira, a complexidade do projeto é garantir que a transformação ocorra com segurança, qualidade e eficiência durante o fluxo cotidiano.

Além das pistas de táxi, o novo terminal de passageiros de Congonhas segue em desenvolvimento, com previsão de entrega para 2028. O espaço projetado terá 105 mil metros quadrados, o que representa mais do que o dobro da área disponível na estrutura atual.

O que muda com o novo terminal?

O projeto de expansão prevê um aumento significativo na capacidade de embarque e estacionamento de aviões. O número de pontes de embarque deve subir de 12 para 19, enquanto as posições para aeronaves passarão de 30 para 37.

A modernização também contempla a área de segurança aeroportuária. Os canais de inspeção de passageiros passarão por atualizações e contarão com equipamentos mais modernos para otimizar o controle de fluxo no terminal.

A incorporação das estruturas construídas durante a Fase 1B à operação aeroportuária marca uma nova etapa para o aeroporto paulista. As mudanças cadastrais e as verificações de conformidade garantem que a nova infraestrutura seja integrada de forma segura à rotina de voos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.