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Brasil

Polícia Civil prende quatro suspeitos de ligação com facção do Rio de Janeiro na Bahia

Operação Maré Vermelha investiga grupo criminoso que atuava em São Francisco do Conde e região metropolitana de Salvador.

Por Diário Local

A Polícia Civil prendeu quatro homens na manhã desta sexta-feira (10) durante a Operação Maré Vermelha, que investiga um grupo criminoso com atuação em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador. A organização é suspeita de ter vínculos com uma facção criminosa originária do Rio de Janeiro e de atuar no tráfico de drogas e homicídios.

A ação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc). Equipes foram mobilizadas para cumprir as ordens judiciais e realizar os procedimentos de polícia judiciária necessários para o avanço das investigações.

Ao todo, a Justiça expediu cinco mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão. Os alvos e as buscas ocorreram em diferentes localidades, incluindo Salvador, Camaçari e São Francisco do Conde.

Durante o cumprimento das ordens, as autoridades constataram que um dos alvos da operação morreu antes que o mandado de prisão fosse executado. O caso agora segue sob investigação para apurar as circunstâncias.

Os suspeitos detidos são investigados por suposto envolvimento com o tráfico de drogas e a prática de homicídios. A polícia também apura outros crimes cometidos pela organização na região metropolitana.

A Operação Maré Vermelha busca desarticular a logística criminal que conecta o grupo local a atividades de facções de outros estados. As buscas e apreensões visam coletar provas contra os envolvidos.

As equipes do Denarc continuam trabalhando para identificar outros possíveis integrantes do grupo criminoso. A atuação do departamento é focada no combate ao narcotráfico e crimes correlatos na Bahia.

As prisões ocorridas nesta sexta-feira (10) fazem parte de uma estratégia de repressão a grupos que operam em municípios da Região Metropolitana de Salvador. Os investigados permanecem à disposição da Justiça.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.