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Segurança

Quatro policiais civis de Juiz de Fora são presos em operação contra organização criminosa

Ação do Ministério Público e da Corregedoria investiga participação de agentes em grupo envolvido com extorsão e lavagem de dinheiro.

Por Redação Diário Local

Quatro policiais civis lotados em Juiz de Fora foram presos preventivamente nesta quinta-feira (15) durante a operação Abre-te, Sésamo. A ação é coordenada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Justiça de Combate ao Crime Organizado e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

As prisões ocorrem no âmbito de uma investigação que apura a possível participação dos agentes em uma organização criminosa. Os mandados de prisão preventiva foram expedidos para averiguar o envolvimento dos policiais em atividades ilícitas na região.

A operação Abre-te, Sésamo é um desdobramento da investigação anterior, denominada operação Ali Baba. Segundo o MPMG, essa frente de trabalho apurou a atuação de um grupo criminoso envolvido em crimes como extorsão, agiotagem e lavagem de dinheiro.

As práticas investigadas estariam diretamente relacionadas ao tráfico de drogas no município de Juiz de Fora. O Ministério Público informou que novos detalhes devem ser divulgados à medida que os trabalhos de apuração avancem.

Além das quatro prisões, os agentes cumpriram seis mandados de busca e apreensão. A operação também incluiu medidas judiciais para o sequestro e a indisponibilidade de bens móveis e imóveis relacionados ao caso.

As ordens judiciais foram executadas por policiais civis da Corregedoria-Geral da PCMG, com apoio de promotores de Justiça, servidores do MPMG e agentes do Gaeco. Até o momento, as autoridades não divulgaram os cargos ocupados pelos policiais detidos.

Em nota, a Polícia Civil em Juiz de Fora afirmou que a Corregedoria-Geral da instituição não compactua com eventuais desvios de conduta de seus servidores.

O Ministério Público ressaltou que novas informações serão oportunamente divulgadas conforme o progresso das investigações sobre a organização criminosa e o papel dos investigados no grupo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.