Jantar de finalistas do 22° Prêmio Engenho de Comunicação reúne profissionais em Brasília
Evento realizado nesta terça-feira (20) celebrou jornalistas e veículos de comunicação que atuam na capital federal
Por Redação Diário Local
Profissionais de comunicação se reuniram nesta terça-feira (20) para o jantar dos finalistas da 22ª edição do Prêmio Engenho de Comunicação. O evento ocorreu no Sistema CNA-Senar, em Brasília, com o objetivo de celebrar jornalistas e veículos de comunicação que atuam na capital federal.
A premiação busca destacar trabalhos produzidos em Brasília e enaltecer a contribuição do jornalismo para a vida pública do país. Nesta edição, o prêmio conta com nove categorias e oferece uma homenagem especial à radialista Mara Regia, por sua trajetória de 45 anos na liderança de programa de rádio.
À frente da iniciativa, a jornalista Kátia Cubel ressaltou a importância do trabalho coletivo para a longevidade do prêmio, que já ultrapassa duas décadas. Para Cubel, a premiação é sustentada por instituições e pessoas que consideram a imprensa uma ferramenta indispensável.
Jurados e critérios de participação
A escolha dos finalistas e dos vencedores é realizada por um júri independente. A comissão é composta pelo ministro da Defesa, José Múcio; pela secretária de Estado do Distrito Federal, Giselle Ferreira; pelo professor coordenador do UniCeub, Bruno Nalon; e pela diretora do Espaço Cultural do TCU, Elisa Bruno.
Podem concorrer ao prêmio veículos locais, correspondentes internacionais e sucursais, desde que o trabalho jornalístico executado tenha como base o Distrito Federal. O propósito da premiação é destacar quem atua nos bastidores das manchetes, contando as histórias que impactam a sociedade.
Valorização da apuração em tempos de desinformação
O ministro da Defesa, José Múcio, que integra a comissão julgadora, participou do jantar e destacou a necessidade de reconhecer profissionais comprometidos com a apuração. Durante seu discurso, ele enfatizou que a valorização do bom profissional é fundamental em uma era marcada pela circulação de informações falsas.
Múcio comparou o trabalho dos jornalistas ao de "garimpeiros do fato", devido ao esforço necessário de busca, checagem e contextualização. Segundo o ministro, essa atividade é essencial para que o cidadão consiga distinguir conteúdos confiáveis em meio ao grande volume de dados disponíveis atualmente.
